O empresário André Rouglas, 56 anos, decidiu agir de uma maneira bem diferente das outras pessoas para mostrar a sua revolta contra o presidente #Michel Temer. Rouglas se amarrou à placa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e disse que só vai sair dali quando o presidente for cassado. O julgamento da chapa Dilma-Temer está sendo realizado e tem o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, comandando a sessão.

André Rouglas está amarrado num local que foi permitido pelo tribunal aos manifestantes. Ele se utilizou de uma placa do TSE que indica a entrada do tribunal. Ele está amarrado como se estivesse numa cruz vestindo uma camisa de apoio à Operação Lava Jato.

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Em rápidas palavras, o empresário disse estar triste com a situação do país, onde as pessoas estão passando fome. De acordo com ele, a única forma de chamar a atenção para tal fato é fazendo esse tipo de #Protesto. O homem também disse que em breve também será candidato à Presidência da República, pois na visão dele, o Brasil não precisa de políticos, mas sim, de empresários. Ele admitiu ter uma inteligência rara e suas ações seriam um alerta para o povo brasileiro.

Mais protestos

O empresário já realizou outros protestos, inclusive greve de fome durante a votação do Movimento Ficha Limpa, do escândalo do Mensalão e na posse de Temer. Rouglas chegou a ir para outros países divulgar a corrupção que toma conta do país.

No momento, estão reunidos no TSE sete ministros para julgar a condenação da chapa Dilma-Temer.

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A ação havia sido movida pelo PSDB que acusa a chapa de abuso de poder econômico e político. Outra acusação feita pelo partido é que a chapa se utilizou do recebimento de propina, se beneficiando do esquema criminoso de corrupção que envolvia a Petrobras.

Se houver a condenação, o presidente Michel Temer pode ser cassado e a ex-presidente Dilma Rousseff ficar inelegível. Vale ressaltar, que eles ainda podem recorrer ao TSE e ao STF.

Amor a Temer

Uma mulher agiu totalmente contrária ao empresário e declarou um forte amor por Temer. Em frente ao Palácio do Planalto ela gritava: "Eu te amo, presidente Temer". A euforia dela acabou se transformando em susto. Ela começou a passar mal e dizia que não queria morrer sem antes ver o presidente.

Ela foi impedida pelos seguranças de entrar no edifício. Como estava passando mal, ela foi socorrida por brigadistas. A mulher foi colocada numa cadeira de rodas e levada para atendimento médico.