Com a expectativa de uma queda iminente de Michel Temer, cada vez mais a discussão sobre quem deverá ocupar o cargo de presidente da República para concluir o mandato até o fim de 2018 esquenta. Outro debate é o formato pelo qual esse substituto deve ser eleito: eleições diretas ou indiretas. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na sexta-feira (2), em uma reunião fechada durante o 6º Congresso do PT, afirmou que não apoia a ideia de eleição indireta.

Alguns nomes já surgiram como possíveis candidatos em uma futura eleição indireta. Nelson Jobim, ex-ministro de FHC, Lula e Dilma, surgiu como um nome que agradaria tanto petistas como tucanos, porém, o mesmo já refutou a ideia.

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Lula ponderou que é contra eleição indireta de qualquer maneira, até mesmo se Jobim for o candidato. E concluiu dizendo que prefere perder dez eleições diretas a ser eleito em uma eleição indireta.

Estratégia

Apesar de gritarem constantemente pedindo Diretas Já, o PT sabe, e Lula já confidenciou de maneira resguardada, que a chance de eleição direta no momento é muito remota. A estratégia por parte do Partido dos Trabalhadores é a de manter os militantes mobilizados contra Temer e o discurso unificado para as eleições de 2018. #Dentro da política