Quem está acompanhando veementemente o cenário político atual do Brasil sabe que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado não tripudiou e a PEC de #Eleições diretas para Presidente e Vice-Presidente, caso necessário, clamadas popularmente pelo nome "diretas já", foi aprovada imediatamente quando era devido, pela Comissão do Senado. Porém, segundo informações do Portal O Globo, essa emenda não está valendo para o governo do presidente Michel #Temer, que em discurso afirmou bravamente que não renunciará. As eleições diretas, entretanto, também só poderão acontecer nos três primeiros anos do mandato do líder de estado e de governo. Como no Brasil os mandatos para tal cargo são de 4 anos, caso seja viável uma eleição direta no a partir de 2019, em 2022 tal medida estaria anulada, levando-se em conta o Projeto de Emenda à Constituição aprovado.

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Tudo isso significa, que, atualmente, caso Michel Temer sofra um impeachment ou renuncie - algo pouco provável -, não haverá eleição direta. Se alguma dessas circunstâncias vierem a ocorrer, Rodrigo Maia, presidente da Câmara, assumiria o poder até a eleição de um(a) novo(a) presidente. Romero Jucá, do PMDB de Roraima, foi enfático ao dizer que embora a CCJ tenha aprovado a PEC, caso ela seja confirmada pela Câmara e pelo Senado, só será apoiada se estiver valendo a partir do próximo mandato, porque alterações na constituição, ou melhor, em regras de eleição, são confirmadas com mó mínimo um período de um ano antes das eleições para serem enfim aplicadas de maneira coerente.

Jucá fez questão de participar da cerimônia de posse do novo ministro da Justiça. O presidente Michel Temer não se incomodou com a presença dele, ao nomear Torquato Jardim para o cargo.

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Temer, na ocasião, negou que o novo ministro vai fazer interferências diretas ou indiretas nas investigações da Lava Jato, elogiando muitíssimo o novo ministro. Falando em Lava Jato, a operação tem ficado com poucos delegados, visto que demais operações estão solicitando os profissionais, segundo informações da TV O Antagonista, passadas por Madeleine Lacsko. Contudo, a atual situação da #Política brasileira é caótica, mas, caso tudo isso venha a se repetir dentro de alguns anos, é notório que as circunstâncias serão diferentes caso a Proposta de Emenda à Constituição enfatizada neste artigo seja aprovada no Congresso Bicameral brasileiro.