Uma boa parte da população já se declarou a favor de um novo regime militar no país, assim como aconteceu em 1964, porém os pedidos são constantes mas não possuem uma base constitucional, pois no artigo 142 da Constituição Federal da República Federativa do Brasil está que as Forças Armadas tem de serem subordinadas ao presidente da República, mas os pedidos ganham muita força.

O comandante-geral do Exército brasileiro, general Eduardo Villas Bôas, já se declarou contrário aos pedidos e que entende, e acha interessante pelo fato da população confiar nos militares, mas afirma que tudo deve ser seguido constitucionalmente e não há atalhos fora isso, porém uma #Petição vem ganhando força na internet.

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Petição a favor da Intervenção Militar

Praticamente todas as petições, hoje em dia, são feitas por meio do site "petiçãopublica", e uma vem ganhando força nas últimas semanas. Uma petição a favor da #Intervenção Militar foi criada há alguns meses no site, porém, após a crise política que o país está vivendo, o pedido que já acumulava mais de 5 mil votos pulou para 13 mil, e agora o número só tende a aumentar.

O "boom" na petição foi dado após o vazamento do áudio de Michel Temer e até agora vem ganhando força nas redes sociais.

Divisão no Brasil

A crise política foi instaurada e o país se dividiu em diversas opiniões, o único aspecto que a grande maioria concorda é da saída de Michel Temer, mas o que vem depois disso, é que divide opiniões. Grupos de extrema esquerda desejam novas eleições diretas, e alguns mais do centro para a direita conservadora e liberal, apoiam eleições indiretas.

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Os que apoiam a Intervenção Militar é um grupo que se localiza na extrema direita ou sem posição política, os intervencionistas consideram que na época do regime militar o país tinha muito mais segurança e também que a economia teve um grande crescimento naquele período.

A polarização de ideias, são muito grandes, mas é provável que a petição não tenha resultados porque após ela ser protocolada terá de passar pela Câmara dos Deputados e depois no Senado Federal.

A maioria dos parlamentares não apoiam um novo regime militar, pois eles integram a democracia, inclusive os três comandantes das Forças Armadas se declararam contra o movimento, e que apoiam tudo de forma constitucional, ou seja, nem eleições diretas e nem um regime militar, mas sim eleições indiretas após uma investigação que realmente comprove que o presidente da República Michel Temer participou de organizações ilícitas.