O presidente da República #Michel Temer possui motivos de sobra para se preocupar com a situação do seu governo e principalmente, em relação a uma possível ou ainda, cada vez mais "provável" delação premiada que pode se concretizar, conforme seja selado o acordo entre a Procuradoria-Geral da República e o ex-presidente da Câmara dos Deputados, #Eduardo Cunha. Após ser "alvejado" pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot, o "foco" do Palácio do Planalto se dirige ao ex-deputado carioca que se encontra preso nas dependências do Complexo Médico Penal, em Pinhais, região metropolitana de Curitiba.

Cunha está preso no âmbito da Operação Lava Jato, cuja condenação já extrapola os quinze anos de cadeia.

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O ex-parlamentar e homem próximo do presidente da República, já demonstrou "fortes sinais" de que pretende mesmo alavancar um acordo de colaboração premiada juntamente à Justiça. A Lava Jato é conduzida em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro, a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no estado do Paraná.

Preocupação com Eduardo Cunha

Após a soltura de um de seus principais aliados, o ex-assessor Rodrigo Rocha Loures, o presidente Temer demonstrava sinais de "alívio" e grande satisfação. Entretanto, embora o Palácio do Planalto tenha conseguido "desarmar" uma verdadeira "bomba", um novo motivo de preocupação beira à aflição para o mandatário do país. Interlocutores do Palácio do Planalto fizeram chegar até os ouvidos do presidente, assim como também por meio do "homem da mala", que o ex-presidente da Câmara dos Deputados teia em posse, alguns documentos que comprovariam que o presidente Michel Temer teria recebido recursos financeiros, de forma ilícita.

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Há rumores ainda de que o ex-deputado Eduardo Cunha estaria implementando negociações consideradas "avançadas" com a Procuradoria-Geral da República. O mais intrigante é que os recados provenientes do entorno de Eduardo Cunha estariam chegando em forma de "ameaça velada" contra Temer. Eduardo Cunha estaria se comunicando, porém, ainda não teria tomado a decisão considerada "fatal" de delatar o seu antigo companheiro: o presidente Michel Temer.

A estratégia do Palácio do Planalto que torna´se "crucial" a cada dia é que possa manter o ex-deputado Eduardo Cunha calmo e calado. O Planalto avalia que Rodrigo Janot quer as informações de Cunha para "liquidar" com Temer. A sensação é que Cunha avalia como mais importante, a sua própria sobrevivência.

#Corrupção