O ator #Wagner Moura resolveu deixar a cidade do Rio de Janeiro e se mudar para um local bem distante. Ele optou por Los Angeles, nos Estados Unidos, de acordo com informações do colunista do jornal O Globo, Ancelmo Gois. A notícia acabou causando polêmica nas redes sociais, pois Moura é um grande defensor do Partido dos Trabalhadores e possui pensamento voltado para os anseios da esquerda.

Os internautas quiseram saber qual o motivo dele escolher um local onde reina o capitalismo. Segundo os críticos, Moura deveria ir para Cuba, local onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ex-presidente Dilma Rousseff sempre valorizaram e defenderam.

Publicidade
Publicidade

A mudança deixará o ator perto da maior indústria de filmes do mundo, Hollywood.

Críticas a Temer

Wagner Moura participou de vários eventos que visavam criticar o governo do presidente Michel Temer e buscar alternativas para Lula chegar ao poder através da Diretas Já.

No final de maio, artistas e grupos de esquerda chegaram a se reunir na Praia de Copacabana para um tipo de show-protesto. O ator esteve presente e subiu no palanque para criticar Michel #Temer. A ideia do encontro era que Temer renunciasse e fosse declarada novas eleições, porém, se baseando na Constituição Brasileira, se Temer saísse do cargo, o certo seria eleições indiretas e não diretas, como eles queriam.

Michel Temer

O presidente foi alvo de gravações divulgadas pela Polícia Federal (PF) que supostamente mostram ele dando aval para o empresário Joesley Batista "comprar" o silêncio de Eduardo Cunha para não ocorrer a delação.

Publicidade

Isso seria uma forma de obstrução à Justiça. Temer nega o fato e disse que nunca pensou ou deseja frear as investigações da Lava Jato. Ele também foi alvo de ser o beneficiador de uma mala de dinheiro que foi flagrada nas mãos de seu ex-assessor, Rodrigo Loures.

A situação dele é a seguinte: seu inquérito foi enviado para a Câmara dos Deputados onde será decidido se o Supremo Tribunal Federal (STF) julgará ou não o peemedebista por corrupção passiva. Temer terá dez sessões para se defender das acusações.

Se o caso dele for para o STF, a Corte decidirá por votação se ele se tornará réu ou não. Se a resposta for sim, ele ficará afastado do cargo por pelo menos 180 dias e quem assume será o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Se a resposta for não, as coisas continuam do mesmo jeito.

Com o recesso do Judiciário, uma coisa é certa: Temer não saíra antes da segunda semana de agosto. #PT