O líder político da família #bolsonaro, Jair Messias Bolsonaro, é conhecido na sociedade brasileira por ser um dos defensores mais fervorosos da direita brasileira. Defensor do conservadorismo [VIDEO] e da ditadura militar, o deputado federal coleciona, em sua carreira política, diversas polêmicas, entre elas declarações racistas e homofóbicas, muitas vezes consideradas agressivas demais por alguns especialistas.

Uma das vítimas favoritas nos ataques desferidos pelo deputado, que foi o mais votado no Rio de Janeiro, é o ex-presidente da República Luíz Inácio #Lula da Silva. O ex-presidente será ouvido pelo juiz Moro em audiência referente ao caso no qual o réu é acusado de receber propina da construtora OAS.

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Lula é um dos alvos preferidos dos deputados Jair Bolsonaro e do seu filho, Eduardo Bolsonaro, e as desavenças aumentaram desde a divulgação dos resultados da última pesquisa IBOPE, feita em julho de 2017, mas divulgada apenas agora, na qual o ex-presidente aparece com 30% das pretensões de voto, contra 16% do deputado, que também é capitão da reserva do exército brasileiro. Bolsonaro, até o momento, é considerado pelo público o principal postulante da direita, para concorrer à presidência. O carioca que pretende concorrer ao pleito presidencial, é um dos principais representantes da classe militar, e defende a revitalização da carreira militar, além do aumento do salário dos mesmos, e também um dos membros da “bancada da bala”, que defende abertamente o livre armamento para o cidadão de bem.

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Projeto e polêmica

A última polêmica envolvendo Bolsonaro e seu filho Eduardo, que também é deputado federal, foi quando o mesmo afirmou em defesa do projeto do filho, que ele, Jair, é o único político que sempre teve coragem de bater de frente e criticar Lula, mesmo quando o citado ainda estava na presidência, e terminou a declaração afirmando que ele já “caçava” esse “tipinho de gente”, desde os tempos da ditadura.

A declaração do deputado foi proferida quando o mesmo defendia o projeto de lei proposto por Eduardo, que propõe a criminalização do comunismo, caminho que a esquerda brasileira considera como melhor rumo para o país.

Caso o projeto, que não entrou em votação ainda, seja aprovado, será crime fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que usem a cruz suástica ou gamada, a foice e o martelo ou quaisquer outros meios para fins de divulgação favorável ao nazismo ou ao comunismo, e poderá levar a uma pena de 2 a 5 anos de prisão a quem desobedecer a lei.