Um grupo no aplicativo 'WhatsApp', formando por advogados e chamado "Prerrogativas", reúne a defesa de poderosos políticos brasileiros, entre eles o presidente da República #Michel Temer, o senador Aécio Neves, a ex-presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O objetivo dessa união entre os advogados é articular um manifesto que questiona a atuação do Ministério Público Federal (MPF) e da Justiça brasileira.

Nas mensagens trocadas no aplicativo, advogados criam textos para pregar o fim do que eles caracterizam como "Estado de exceção" e o retorno do "protagonismo" na advocacia. Os advogados dos políticos criticam a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

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Quem estaria por trás desse manifesto dos advogados criminalistas é o ex-presidente #Lula. Desde que, em maio, houve um ato de desagravo naqueles que defendem o ex-presidente, a ideia de um manifesto ganhou maior proporção. Recentemente, com a delação premiada dos donos da empresa JBS, Joesley e Wesley Batista, a "tensão" para o manifesto ganhou mais "impulso".

Os criminalistas que articulam o manifesto são de políticos que estão envolvidos com as investigações da Operação Lava Jato. O advogado Alberto Toron defende o senador Aécio Neves e a ex-presidente Dilma. Cristiano Zanin advoga para o ex-presidente Lula e, Antonio Mariz de Oliveira defende o atual presidente, Michel Temer. Além desses advogados, há também outros. A união dos criminalistas busca fazer um curso para tratar sobre o que seria "Estado da exceção".

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Presidente investigado

A situação não esta favorável para o presidente da República, Michel Temer, após ser delatado pelos irmãos Joesley e Wesley Batista e ter seu ex-assessor pessoal flagrado com uma mala recheada de R$ 500 mil em propina. Temer busca se "salvar" na #Câmara dos Deputados.

Conforme a Procuradoria Geral da República, que encaminhou uma denúncia contra o presidente, agora é a vez dos deputados decidirem se acatam ou não a denúncia, para então, ser encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF) e aberta uma ação penal. Para ser julgado sobre crimes de corrupção, Michel Temer poderá ficar afastado do poder durante 180 dias.

Apenas 45 deputados avaliaram que não irão votar a favor da investigação contra Temer. Outros 112 estariam pensando sobre como irão votar e 57 deputados não se posicionaram sobre a escolha.

Quem declarou apoio a Temer foram os deputados Carlos Marun e Darcísio Perondi, ambos do PMDB.