O prefeito de São Paulo, João Doria, ficou irritado com uma reportagem do jornalista da Folha de #São Paulo, Artur Rodrigues, que informou às pessoas que milhões de medicamentos doados para a prefeitura de São Paulo estavam empacados e longe do alcance da população.

#Doria se irritou e disse que isso era uma inverdade. Em um #Vídeo, o prefeito contestou a matéria. O tucano disse que os remédios não estão empacados e que a intenção da prefeitura é atender a população de uma forma digna. Segundo Doria, foi conseguido mais de 100 empresas para ajudarem as pessoas pobres e sem condições de ter remédios, comida e moradia e essas doações são frutos de pessoas interessadas em ajudar, coisa que os jornalistas nunca haviam visto nas administrações do PT.

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A única coisa que os jornalistas conhecem do PT é que eles pediam, roubavam e comprometiam. "Comigo é diferente", ressalta Doria.

Transparência

De acordo com o prefeito, todas as solicitações são feitas com o máximo de transparência para proporcionar à empresa que doou o produto, reconhecimento na forma de amar a cidade e se preocupar com o povo que aqui vive.

Doria afirmou que como são mais de 100 empresas colaborando, tudo demora um pouco. Tem o tempo de solicitação, de materialização e depois que entra na conta da prefeitura de São Paulo. Doria não entende porque essas coisas não são explicadas na reportagem. Ele falou que o processo demora um pouco,mas não está empacado.

No final da gravação, o tucano afirma aceitar críticas, pois isso faz parte de quem está na função pública, mas ele pede que antes de ser publicado qualquer reportagem falando mal da administração, que apure os fatos para ver realmente o que está acontecendo.

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"Sejam justos e sejam corretos", comenta o prefeito. Para encerrar, o tucano pede para o jornalista pesquisar melhor na próxima matéria.

A gestão de João Doria prioriza a transparência dos fatos. De acordo com a prefeitura, os processos vão sendo atualizados até a publicação no Diário oficial.

Veja o vídeo da indignação de João Doria com o jornalista da Folha:

Eliminação de favela

O prefeito da capital paulista também pretende nos próximos meses eliminar a Favela do Moinho. Segundo Doria, o local é usado para traficantes guardarem armas e drogas. Conforme dados da Polícia, é nesta Favela que saem as drogas fornecidas na Cracolândia.

Doria quer um projeto de moradia para a população da região ter uma vida digna e correta.