O #deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) se pronunciou sobre as acusações de ter agredido uma suposta ex-namorada, dizendo que o fato nunca ocorreu e que nunca teve relações de nenhum tipo com a mulher que o acusou. Uma acusação desta natureza implicaria em uma mancha na imagem do #policial federal e deputado.

A notícia era de que a jornalista Patrícia Lélis, suposta ex-namorada, havia sofrido agressão física de Eduardo Bolsonaro durante a relação entre dos dois. Além disso, a jovem declarou que abortou um filho do parlamentar.

A jornalista também registrou um boletim de ocorrência contra Eduardo por ameaça e injúria, dizendo que as ameaças partiram do celular do deputado.

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Segundo Patrícia, ela também foi vítima de perseguições pessoais em locais públicos, na academia e na faculdade que frequenta, por conta do seu post em resposta a Eduardo Bolsonaro.

Patrícia Lélis é conhecida por criar uma #Polêmica com o também deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) com uma acusação de estupro. Acusação que rendeu um pedido de prisão para Patrícia, e segundo inquérito feito pela Polícia Civil, Patrícia tem um transtorno de personalidade histriônica, apresentando uma personalidade ora centrista, ora sedutora e ora manipuladora.

Outras polêmicas envolvendo Eduardo Bolsonaro:

Eduardo Bolsonaro apresentou uma lei que criminaliza o comunismo em junho de 2016. O objetivo do projeto é punir quem fizer apologia ao comunismo com pena de um a três ano de prisão. Isso implicaria também em acabar com a produção de qualquer tipo de produto que tenha como símbolo a foice e o martelo, conhecidos símbolos do regime soviético.

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Leis anticomunismo existem em muitos países que passaram por regimes autoritários em algum ponto. Na Ucrânia, por exemplo, foi proibida a atividade de partidos comunistas, acabando assim com os três que estavam em atividade. A Polônia também aprovou uma lei que obriga os departamentos públicos a tirarem todos os símbolos que remetem ao comunismo.

Durante a guerra fria os Estados Unidos também combateram as ideias comunistas no país, tornando-as crimes ideológicos.

O deputado e policial federal também virou alvo da mídia quando admitiu ter cuspido o também deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) durante a votação para aceitar o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Na ocasião, Jean Wyllys cuspiu no deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), pai de Eduardo, após se irritar com a declaração dele que demonstrava apoio a um conhecido general que atuou durante a ditadura militar. Eduardo Bolsonaro revidou o cuspe.