Marcelo Miller, é ex-#Procurador da Operação Lava Jato e uma pessoa de confiança de Rodrigo Janot. O fato é que após atuar durante os anos de 2014 a 2016 na Procuradoria Geral da República, Miller resolveu "abandonar" e trabalhar no escritório. "Trench, Rossi, Watanabe", que advogou para nomes envolvidos na Lava Jato: o grupo JBS e J&F, cujo donos são Joesley e Wesley Batista, irmãos que em delação premiada acabaram prejudicando o atual presidente da República, #Michel Temer. Este escritório foi o que negociou parte do acordo de leniência envolvendo executivos da empresa com o Ministério Público Federal do Distrito Federal.

Marcelo Miller era um braço-direito de Janot, e foi até mesmo citado por Michel Temer como alguém de "estrita confiança" e que conseguiu ganhar "milhões em poucos meses".

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Miller fazia o papel de assessor do procurador Geral da República. Segundo consta na PGR, Miller não cometeu nenhum ato ilícito e não estava presente quando os irmãos Batista fizeram o processo de colaboração na Justiça.

Desde o dia 31 de maio, o Tribunal de Ética e Disciplina (TED) juntamente com a Ordem dos Advogados do Brasil está observando se há irregularidades com o fato de Miller ser um ex-procurador da Lava Jato e atuar em um escritório que advogou para Joesley e Wesley Batista, investigados pela Polícia Federal em âmbito da Operação Lava Jato. A conduta do ex-procurador está sendo avaliada.

Executivos da JBS

A delação premiada da JBS prejudicou o atual presidente da República, Michel Temer. Conforme o avanço nas investigações, Temer é acusado de crimes como corrupção passiva, obstrução de Justiça e organização criminosa.

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A situação das acusações causam uma grande crise econômica no governo de Temer, fazendo com que ele possa, até mesmo, perder o mandato.

Segundo a delação dos executivos, Temer também tentou comprar o silêncio do ex-deputado, que se encontra na carceragem da Polícia Federal de Curitiba, Eduardo Cunha. Em outra acusação, Michel Temer também teria angariado uma propina de R$ 1 milhão, do total de R$ 15 milhões que foi repassado para o grupo JBS.

Na época da ação que ocorreu no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Michel Temer estaria tentando, através do senador Aécio Neves, fazer com que fosse retirada a ação contra a chapa Dilma/Temer. A ação contra a ex-presidente Dilma Rousseff e Michel Temer julgava abuso de poder tanto econômico quanto politico nas eleições presidenciais de 2014.