Pelo que é visto, não está muito satisfeito o povo brasileiro pelo governo Temer, e segundo a opinião pública, a situação do presidente está muito pior do que foi no #Governo do então senador por Alagoas, Fernando Collor de Mello, quando era presidente. Segundo a pesquisa que foi divulgada nesta quinta-feira (27), 70% dos brasileiros acham o governo com uma atuação péssima ou ruim, enquanto apenas 5% dos entrevistados, aprovam as medidas do governo. Em agosto de 1992, o governo Collor recebeu a proporção de 12% e 59%.

Podemos dizer, que são situações um pouco diferentes, mas essas proporções são devidas as informações que estão sendo veiculadas.

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Enquanto no governo Collor as informações eram apenas veiculadas a televisão, no governo Temer, as informações são devidas as redes sociais e sites de notícias. Assim, podemos dizer, que há uma diferença crucial desses dois chefes de Estado.

No dia 15 de agosto de 1992, os deputados federais tinham aberto o processo que iria dar o impeachment do presidente Collor, enquanto hoje no mesmo Congresso Nacional, o presidente Temer espera a votação das denúncias que foram feitas contra ele. Mas ainda sim, há algumas diferenças nas trajetórias dos dois, principalmente, quanto à situação política do Congresso com o Executivo.

Diferentemente de Collor, que ficou isolado politicamente, bem nos últimos suspiros, o governo atual de Temer, vem fazendo um esforço muito grande para garantir algum apoio aliando.

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Afinal, o presidente precisa de 172 votos para não ser denunciado, em teoria, Temer detem na base aliada algo como 311 deputados. Mas apenas quatro partidos, fecharam com o governo e isso seria em torno 184 deputados. Com esse número, não poderia evitar algumas traições que podem ter no dia 2 de agosto, e não é à toa que o Planalto liberou só nas últimas três semanas mais de 2,1 milhões de reais em emendas. A Câmara que teve a maior atenção com 82% dos recursos empenhados.

Nesta próxima terça-feira dia 2 de agosto, a meta é convencer mais de 342 parlamentares a irem ao Congresso e a análise da questão e apuração da denúncia e garantir a votação. E diante de fatos novos aparecerem, podem ter o risco de comprometimento ainda mais do seu governo. Isso, com certeza, o presidente quer evitar e votar logo a denúncia e colocar uma “pedra” em cima disso tudo. Esse é o maior desafio do seu governo atualmente, que como prova as pesquisas, não está tão bem assim. #Michel Temer #PMDB