O deputado federal Jair Messias Bolsonaro tem seus três filhos no mundo da política. Um deles é #Eduardo Bolsonaro, deputado federal assim como o seu pai, mas eleito pelo estado de São Paulo - diferente do pai, registrado no Rio de Janeiro.

A família Bolsonaro vem ganhando muita popularidade nos últimos tempos por serem representantes ferrenhos da direita política do Brasil. A família, contudo, causa muita polêmica por ter ideais opostos aos da esquerda brasileira, e até considerados exagerados para muitos especialistas. O novo #projeto de lei de Eduardo Bolsonaro é um bom exemplo disso.

O projeto de lei

O deputado federal Eduardo Bolsonaro apresentou uma proposta de lei para o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, com o objetivo de modificar Leis Antirracismo e Antiterrorismo, integrando o crime de apologia ao #Comunismo.

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O parlamentar enxerga o regime comunista um atos de terrorismo.

No projeto, o deputado compara o comunismo ao nazismo, afirmando que um é tão nefasto quanto o outro. Dentro da proposta, o parlamentar explica torturas praticadas no regime militar, afirmando que essa era uma defesa do governo federal para que o país não fosse tomado por apoiadores do regime comunista.

Pena para comunistas

Se aprovado no plenário da Casa, o projeto do parlamentar também incluiria a apologia do comunismo em artigo que, originalmente, pune a apologia do nazismo na Lei Antiterrorista. Pelo texto de Eduardo, seria considerado criminoso quem "fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que usem a cruz suástica ou gamada, a foice e o martelo ou quaisquer outros meios para fins de divulgação favorável ao nazismo ou ao comunismo".

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Se as alterações sugeridas na Lei Antirracismo forem aprovadas, a pena aplicada à apologia do comunismo pode ser de 2 a 5 anos de reclusão.

Polêmica

A esquerda brasileira é caracterizada por alguns por considerar regimes comunistas e socialista [VIDEO]s uma das soluções para o país seguir um bom rumo. Caso aprovada, a lei será um grande choque para os movimentos sociais.

Cabe aos deputados que representam esta parcela da população se opor contra o projeto. Agora, a decisão cabe aos deputados federais da Câmara dos Deputados.

O projeto ainda não começou a ser votado.