Você se lembra de Lidiane Leite? Ela ficou conhecida em todo o Brasil como a "prefeita ostentação". Lidiane foi acusada de usar o dinheiro que deveria ficar para os serviços públicos em causa própria. Ela virou várias vezes manchete no noticiário brasileiro, e nesta quinta-feira (13), a bela loira voltou a ser notícia em todo o país. O motivo é que ela é suspeita de estar envolvida em uma fraude, no mínimo, macabra. A ex-prefeita do município de Bom Jardim, a quase 300 Km da capital São Luís, no estado do Maranhão, recebeu a acusação de ter feito fraudes envolvendo serviços funerários. Esse é apenas mais um dado para o seu amplo currículo de falcatruas.

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Ex-prefeita de Bom Jardim recebe acusação de ilegalidade em serviços funerários

Leite ficou conhecida em todo o país por manter uma vida de alto luxo nas redes sociais, enquanto era prefeita da pequena cidade maranhense. Ela luta desde abril para se manter em liberdade, já que a justiça já deu diversas condenações à "prefeita ostentação". Uma delas foi relativa à compra de roupas para os estudantes de escolas municipais da cidade. A justiça decidiu bloquear as contas de Lidiane, que foi acusada de usar ilegalmente quase R$ 500 mil da justiça.

Prefeita Ostentação é acusada de improbidade administrativa no Maranhão

O novo processo contra Lidiane versa sobre a contratação de serviços funerários. Uma empresa teria sido contratada para atender a população carente, que não tem condições de enterrar os seus entes queridos.

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O novo processo, dessa vez movido pelo Ministério Público do Estado do Maranhão, acusa a ex-prefeita de usar ilegalmente o valor de R$ 135 mil para essa questão. Lidiane não é a única que está sendo acusada na ação. Outros servidores públicos que trabalhavam em sua gestão também receberam condenação parecida. A proprietária da funerária contratada, Rosyvane Silva, também está sendo acusada de participar do esquema.

Pessoas eram separadas por posição social em enterro

De acordo com a ação movida pela prefeitura, no pregão adquirido em 2013, a funerária e prefeitura acertaram a aquisição de 220 urnas populares, além de 20 outras classificadas de superluxo e mais 20 urnas no quesito luxo. Ao distinguir quem deveria ser enterrado em qual urna, segundo o Ministério Público do Maranhão, os acusados estavam ferindo os quesitos básicos da administração público, como o princípio da universalidade, ou seja, que todos precisam ter acesso ao bem público. #Crime #Investigação Criminal