O atual cenário político e econômico do Brasil têm feito muitos chorar, alguns de desespero, outros de desesperança, e ainda algumas pessoas de raiva, pela horda de políticos e empresários corruptos, que esqueceram os conceitos de patriotismo e transformaram o país no caos instalado, visível a todos sem a necessidade de lupa.

Por exemplo, foram muitos os segmentos e representantes de diversos setores que apoiaram o impeachment da ex-presidente #Dilma Rousseff, como o grosso dos parlamentares, representantes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, muitos dos quais depois do ocorrido, perderam os seus direitos políticos, estão presos ou usam tornozeleiras eletrônicas como gado marcado pronto para o abate.

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Banqueiros, bancada evangélica e a Maçonaria, quase que na totalidade, forneceram subsídios explícitos para que o presidente #Michel Temer assumisse o controle do Planalto Central junto com a sua trupe.

E por falar em Maçonaria, a CMSB (Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil) teve um encontro no Rio de Janeiro sendo iniciado com o discurso de Waldemar Zveiter, o qual é Grão-Mestre da Grande Loja do Rio de Janeiro e para os menos avisados, ele também é o pai de Sergio Zveiter (PMDB-RJ), que não é ninguém mais ninguém menos, do que o relator da denúncia contra Michel Temer na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara.

Vale frisar que Sergio Zveiter pertence igualmente ao quadro da ordem.

Waldemar Zveiter, que já foi ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça), fez questão de destacar no seu discurso a preocupação pelo caos que se instalou na nação e solicitou que os corruptos que estão no poder sejam exemplarmente punidos.

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O Grão-Mestre reforçou que os maçons desde longas datas se fazem presentes em diversas áreas da sociedade brasileira e que eles sempre cobraram dos políticos honestos, do MP (Ministério Público) e das autoridades com poder de polícia, que estas instituições colaborem na eliminação dos corruptos e corruptores que infestam toda a nação. Tudo isso para que a “união social volte a reinar", conforme disse Waldemar.

O filho Sergio se fez presente ao mesmo encontro e na sessão do dia 10 de julho da CCJ o mais jovem Zveiter leu o parecer sobre a possibilidade do estabelecimento do processo contra Temer no STF; sendo que o presidente da República é um ex-membro da maçonaria.

Jair Tércio Cunha Costa, Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia, participou do congresso e é um fiel defensor das reformas trabalhista e da previdência, pois, segundo ele, esse é o maior “nó do país” no momento.

Por outro lado, o Grão-Mestre carioca Waldemar acredita que o Brasil é possuidor de cidadãos maduros e poderá sim retomar o desenvolvimento econômico.

Os maçons sempre se fizeram representar nos principais acontecimentos históricos do gigante sul-americano, isto é, desde a Proclamação da Independência da República, quando foi abolida a escravidão pela princesa Isabel, entre outros momentos únicos. #Corrupção