Envolto em uma grave crise política, que inclusive ameaça o seu mandato a partir da denúncia de corrupção passiva, a ser votada no plenário da Câmara dos Deputados, o presidente Michel #Temer realizou nos últimos dias importantes reuniões buscando se sustentar e manter estabilidade no cargo.

No domingo, em São Paulo, o peemedebista esteve com dois "conselheiros" da área econômica. Ao lado do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e depois com o ex-ministro Delfim Netto, eles fizeram uma análise do momento político. O encontro ocorreu depois do aumento do PIS/Cofins sobre o combustível.

Temer receia que esse aumento possa ampliar ainda mais a rejeição da população quanto ao governo.

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No domingo, ele esteve com o presidente da Fiesp, federação das indústrias de São Paulo, Paulo Skaf, que fez críticas ao aumento de #Impostos e disse que isso não iria resolver nada.

No espaço que sobrou do final de semana, o presidente esteve com o seu advogado de defesa, Antônio Mariz, que também é seu amigo pessoal. Eles discutem a forma de defesa a ser feita por Mariz na Câmara, no dia da votação da denúncia, que está marcada para o dia 2 de agosto. Mariz fará uma sustentação oral com os argumentos de defesa a favor do presidente.