O presidente #Michel Temer sofreu uma denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por ter protagonismo em atos de corrupção passiva. A suspeita surgiu após o empresário dono da JBS, Joesley Batista, ter gravado um áudio de uma conversa particular entre ambos - durante o diálogo, o presidente falava sobre manter o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, com a "boca fechada" dentro da prisão.

Após a grande polêmica ter explodido na mídia, um processo foi inciado para que o atual presidente seja investigado pelos seus possíveis atos ilícitos. Para isso, o processo deve ser aprovado na Câmara dos Deputados tendo 2/3 dos votos de parlamentares, caso isso aconteça, o presidente será investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) e ficará afastado do cargo enquanto isso.

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O deputado federal, presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, deve assumir interinamente o cargo, porém, boa parte da população solicita outra resolução.

Intervenção é pedida por população

O que mostrou em uma pesquisa feita na Marginal Tietê, em São Paulo, foi que a maioria da população deseja uma nova ##Intervenção Militar no país, assim como aconteceu no ano de 1964, quando o mundo vivia uma 'guerra fria' e o Estados Unidos da América aplicava intervenções militares em países que queria manter o capitalismo, enquanto a União Soviética intervia com revoluções socialistas nos países.

A intervenção militar é ilegitima e inconstitucional, porém, os três generais das Forças Armadas (Aeronáutica, Marinha e Exército) podem assumir o poder de forma interina se a ministra Carmén Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), julgar a melhor solução.

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Isso se dá pelo fato que alguém terá de assumir interinamento o cargo enquanto Michel Temer for investigado, esse deverá ser o deputado federal Rodrigo Maia, mas a pressão popular poderia mudar os fatos.

Como foi feita a pesquisa?

Uma faixa foi colocada onde estava escrito "Intervenção Militar não é opção, é a única solução, BUZINEM!'', todos que passavam e concordavam com o que estava dizendo no cartaz buzinavam. Após as palavras serem expostas na ponte, um dos apoiadores do movimento gravou um vídeo em que mostrou diversos carros, quase todos, que passavam buzinando, não se sabe ao certo se no vídeo estavam passando carros que já haviam combinado com o organizador do movimento ou se eram desligados, em qualquer relação, ao filmador.