Uma ação considerada meticulosa implementada pelo procurador-geral da República #Rodrigo Janot, foi revelada pela esposa de um dos ministros mais "polêmicos" da mais alta Corte do país; o Supremo Tribunal Federal (STF). Trata-se da advogada Guiomar Feitosa Mendes, esposa do ministro #gilmar mendes. A revelação surpreendente da esposa do magistrado do Supremo dá conta de que ela estaria sendo, de certa forma, "monitorada", por meio de "grampos".

A advogada foi ainda mais longe ao afirmar que teria sido avisada por um policial, de que essa ação "secreta", seria parte de um plano traçado e implementado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

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Vale ressaltar que o procurador Rodrigo Janot é um grande desafeto do ministro do Supremo Gilmar Mendes.

Aviso de um policial

De acordo com a história contada e esmiuçada pela advogada Guiomar Feitosa, um policial teria lhe dito que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, estaria lhe "grampeando". As recentes disputas caracterizadas pelos "embates" entre o procurador e o ministro Gilmar Mendes, chegaram a "mexer com os brios" da família do magistrado da Suprema Corte brasileira, a partir do episódio em que Rodrigo Janot havia solicitado a "suspeição" de Mendes, em relação ao julgamento de um dos maiores empresários do país, o carioca Eike Batista.

Durante o decorrer do período de análise relativo ao processo do mega empresário, o procurador-geral da República chegou a fazer insinuações contra a esposa de Gilmar Mendes, ao alegar que ela estaria trabalhando como advogada no escritório do empresário, ao delinear que isto não seria algo correto, já que o ministro Gilmar Mendes estaria julgando um cliente de sua esposa.

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Entretanto, de acordo com os desdobramentos das investigações, verificou-se que o escritório ao qual a esposa de Mendes atendia, através de seu trabalho como advogada, em se tratando do escritório Sérgio Bermudes, não teria nenhum tipo de relação com processos que envolvem o empresário Eike Batista, consequentemente, não haveria qualquer tipo de relação com processos que são inerentes à Operação Lava Jato.

Vale ressaltar que a Lava Jato investiga uma série de crimes relativos principalmente à corrupção, ao se basear em desvios bilionários dos cores públicos da Petrobras, que é a maior estatal brasileira. A força-tarefa de investigação é conduzida em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro, a partir da décima terceira Vara Criminal de Curitiba, no Paraná, embora uma parte ou "braço" da operação estivesse concentrado no Rio de Janeiro, sob a jurisdição do juiz federal Marcelo Bretas, o qual havia decretado a prisão de Eike, que mais tarde, foi reformada por decisão do Supremo Tribunal Federal. #STF