Um dos candidatos mais fortes para 2018 tem o seu plano de governo bem desconhecido até por seus próprios eleitos.

#bolsonaro é conhecido por ser fiel às Forças Armadas e ser ativo nas discussões sobre segurança pública e moral familiar. Entretanto, pouco se conhece sobre suas propostas para economia, saúde e educação, já que o mesmo falou pouco sobre estas áreas.

Veja alguns planos de Jair Bolsonaro para seu governo.

Economia

Bolsonaro disse em uma entrevista no ano de 2016 que o Brasil está amarrado a acordos ruins como o Mercosul, e que o viés ideológico não deve reger os rumos econômicos do país, e que o Brasil deve se aproximar comercialmente da Europa, América do Norte e Ásia.

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Além de acabar com a tradição ''paternalista'' do estado brasileiro e seguir o caminho de um estado mínimo, baixando os impostos e cortando ministérios e funções que hoje são estritamente do governo. Bolsonaro também se mostrou favorável à privatização da Petrobras.

A dívida brasileira também foi pauta da entrevista. Bolsonaro demonstrou a intenção de renegociar a alta dívida externa brasileira, que custa tanto aos cofres públicos.

Reforma da previdência

Em 2017, Bolsonaro se mostrou contrário à Reforma da Previdência para os militares, sendo crítico aos baixos salários dos militares brasileiros. A sua proposta foi alterar a taxa Selic de 14% na época para 11%, assim economizando recursos suficientes para pagar o rombo da previdência.

No mesmo discurso, Bolsonaro foi crítico das medidas do ex-presidente Lula quando ele aumentou a oferta de crédito para a população.

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Segurança pública

Bolsonaro é favorável à pena de morte e à prisão perpétua em muitos casos, inclusive para traficantes. E contrário às baixas penas e regalias que o sistema judicial brasileiro aplica a criminosos que cometeram crimes graves.

Também é defensor do porte de armas facilitado, revogando o estatuto do desarmamento imposto pelo governo do PT, e da redução da maioridade penal.

Liberação das drogas

Bolsonaro é contra a liberação das drogas, declarando que a liberação no Uruguai foi um grande fracasso, citando o número de jovens usuários de maconha que aumentou e os malefícios na capacidade de aprendizado dos jovens que utilizam drogas. Além da probabilidade dos usuários recorrerem ao crime para financiar seu vício.

Cotas

O deputado explicou em um programa de televisão que é contra as cotas raciais porque elas diferenciam as pessoas pela cor, o que Bolsonaro julgou como errado. O argumento do deputado foi o seguinte: "No Rio e em São Paulo muitos dos porteiros são nordestinos brancos pobres. Não é justo que o filho de um pobre nordestino tire 9 e perca a vaga para o filho de um negro que tirou 7". #Eleições