Após a prisão do ex-ministro Geddel Vieira Lima, o Planalto começa a imaginar quais serão os próximos alvos da Procuradoria-Geral da República (PGR). Os dois apontados para continuar a lista de ministros de Temer presos, que já conta com Vieira Lima e Henrique Alves, são Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil, e Moreira Franco, que ocupa o cargo na Secretaria-Geral.

Atualmente, Padilha e Franco são os dois principais braços direitos de Michel Temer no governo. Ambos são investigados no âmbito da Operação Lava Jato. Suspeita-se, inclusive, que a nomeação de Moreira Franco tenha sido feita para dar o direito de foro privilegiado ao aliado de Temer.

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Após a prisão do ex-ministro, Rodrigo Janot, como um de seus últimos atos como procurador-geral da República, poderia querer acelerar as investigações contra Franco e Padilha, para cercar Temer por todos os lados. O diagnóstico foi feito pelos próprios assessores do Planalto.

Segundo matéria do UOL, após a prisão de Geddel Vieira Lima, o clima de desânimo foi claro no Planalto. A Presidência acreditava que a decisão de soltar Rocha Loures e a volta de Aécio ao Senado poderiam ser notícias boas ao Planalto que ajudariam na articulação para barrar a denúncia contra Temer, porém, a prisão do ex-ministro foi um balde de água fria. #Dentro da política #PMDB