O presidente da República, #Michel Temer, está sofrendo uma forte acusação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por ter protagonismo em atos de corrupção passiva, e após isso um processo pode ser aberto no Supremo Tribunal Federal (STF), mas antes tem de ser aprovado por dois terços da Câmara dos Deputados e pela maioria no Senado Federal.

Caso a #denúncia seja aprovada nos dois cenários, Michel Temer deve ser afastado até que se conclua sua investigação. Enquanto isso, quem assume interinamente o cargo é o atual presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, portanto a opinião de cada deputado e senador e importante durante o andamento do processo, e uma reunião entre os deputados foi convocada para discutir sobre o assunto, em que o deputado federal #Paulo Maluf polemizou.

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Fala de Maluf

Paulo Maluf é, atualmente, deputado federal pelo Partido Progressista (PP), porém, ficou muito conhecido por ter sido um dos prefeitos que mais agiram na cidade de São Paulo. Mesmo com diversos escândalos de corrupção, o deputado ainda é muito requisitado por parte da população paulistana, mesmo sendo condenado no Supremo Tribunal Federal (STF) por lavagem de dinheiro.

O deputado Maluf é membro titular da Comissão de Constituição e Jusitça (CCJ), o próprio se inscreveu para debater sobre a denúncia de Michel Temer na Câmara dos Deputados, onde apresentou sua posição contra o processo que o presidente da República está sofrendo. Ele afirmou que o presidente é "um homem correto, decente e honesto". Essas foram as palavras do próprio deputado.

Durante sua fala, Paulo Maluf afirmou que Michel Temer se elegeu com dificuldade em 2006 para deputado federal, sendo o último colocado do PMDB, com apenas 92 mil votos.

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Nessa mesma votação, Maluf afirmou que teve mais de 700 mil votos, relembrando que conhece o político há muitos anos e estão julgando-o de forma imprópria.

Michel Temer

O presidente da República assumiu o cargo após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, acusada de ter cometido pedaladas fiscais durante o seu governo. Michel Temer afirmou que, na ocasião, era um "vice decorativo", o que significa que não participava das decisões do governo petista.

O peemedebista assumiu em 2016, no meio do mandato de Dilma. Logo em seguida propôs reformas trabalhistas e da previdência social, pois julgou necessárias para o cenário nacional. Estas mudanças feitas pelo governo Temer podem ser paralisadas com a entrada de um novo representante político para o máximo do poder executivo.