O presidente da Câmara dos Deputados [VIDEO], #Rodrigo Maia, do partido Democratas, do estado do Rio de Janeiro, se manifestou, nesta sexta-feira (28), em São Paulo, a respeito do processo que envolve o presidente da República #Michel Temer, em se tratando da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República, através do procurador-geral Rodrigo Janot.

O presidente da Câmara Federal foi contundente ao relatar o que pensa sobre a votação que deverá se iniciar na próxima quarta-feira (2 de agosto), no plenário da Casa Legislativa.

Votação de denúncia contra Michel Temer

De acordo com Maia, a votação que pode definir o futuro politico do presidente da República deverá certamente obter um quórum expressivo, em se tratando do número de deputados federais presentes em plenário da Casa.

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Ele reafirmou categoricamente que haverá, sim, quórum suficiente para que se possa colocar em votação a denúncia contra o mandatário do país.

Segundo Rodrigo Maia, a votação estando predeterminada anteriormente ao recesso parlamentar, seria a "melhor solução para o país". A estimativa do presidente da Câmara é que aproximadamente ou mais de 480 deputados federais possam realmente estar em Plenário para a votação. No entanto, Maia foi enfático ao afirmar que havendo o número mínimo de 342 parlamentares, já se dará a abertura do plenário para a votação dos parlamentares.

Maia ressaltou ainda que o Brasil ‘’precisa de uma definição para esse assunto. Não se pode, do meu ponto de vista, jogar com um assunto tão grave, tão sério, como uma denúncia oferecida pela PGR [Procuradoria-Geral da República] contra o presidente da República.

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Nosso papel é votar. Quem quiser vota sim, quem quiser vota não. Mas não votar é manter o país parado no momento em que o Brasil vive uma recuperação econômica, mas ainda com muitas dificuldades’’.

O presidente da Câmara disse que os votos relativos à denúncia serão ser nominais e abertos e cada deputado será chamado ao microfone para que possa proferir o seu voto, se manifestando se concorda ou não com o parecer do deputado federal Paulo Abi-Ackel, do PSDB, de Minas Gerais, que é contrário à aceitação da acusação da Procuradoria-Geral da República contra o presidente Temer, pela prática de crime de #Corrupção passiva.

A denúncia tem como base a delação premiada do empresário Joesley Batista, dono da JBS, com Temer sendo acusado de corrupção passiva. A Procuradoria-Geral da República investiga outras denúncias contra o presidente.