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O ministro da Secretaria Geral da Presidência e ex-governador do Rio de Janeiro, #Moreira Franco, é uma dos principais homens de confiança do presidente Michel Temer (PMDB-SP). Apesar de ser alvo das investigações na Lava Jato, por suspeita de corrupção, o político continua firme no governo. No entanto, um caso envolvendo a #irmão de Moreira Franco chamou a atenção nesta semana. A mulher, de 63 anos, foi vítima de um velho golpe conhecido como "#falso sequestro", na cidade de Bragança Paulista, que causou a ela prejuízo de pouco mais de R$ 11 mil.

O caso foi registrado pela Polícia Civil de Bragança Paulista nesta terça-feira (8), quando a irmã do político, a jornalista Vera Moreira Franco estava em uma agência bancária fazendo o depósito em nome dos criminosos que aplicaram o golpe.

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Internautas não perdoam e ironizam situação

Na internet, muitos ironizaram a situação, pelo fato de a vítima ser irmã de um político que é investigado pela Lava Jato e, inclusive, teve seu nome veiculado na famosa lista de delação da Odebrecht, liberada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin. No documento, Moreira Franco é apelidado como Primo e, de acordo com as investigações, ele é acusado de ter pedido doações para a campanha eleitoral de 2014, em nome de Michel Temer e do PMDB.

Diante da situação, muitos internautas ironizaram o ocorrido fazendo comentários ácidos. "É ótimo. Tem que acontecer pior para eles verem o que nós, reles mortais, passamos e aí quem sabe, façam alguma coisa", afirmou um internauta.

"Ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão!", escreveu outro.

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"Golpista que aplica golpe em golpista também tem 100 anos de perdão?", questionou um outro internauta, em comentário na página de um site de notícias.

"Não tem problema. Se é irmã do Moreira Franco ele já deve ter dado uma ajudinha com o dinheiro, logo, não tenham pena", finalizou outra leitora.

Irmã de ministro teve prejuízo de R$ 11,5 mil

Segundo o que apurou a polícia, a vítima, Vera Moreira Franco, caiu em um golpe conhecido na praça como "falso sequestro". Ela atendeu uma ligação de uma mulher, na última segunda-feira (7), que se fazia passar pela filha dela, dizendo que havia sequestrada.

Nervosa com a situação, Vera acreditou que se tratava mesmo de um sequestro e negociou o pagamento de um resgate, que foi pago através de três depósitos bancários, no valor total de R$ 11,5 mil.

Vera, que é jornalista, foi localizada na terça-feira (8), quando fazia um dos depósitos em uma agência bancária da cidade. Policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) tranquilizaram a vítima e informaram que ela havia sido vítima do crime de um falso sequestro.

Até agora, os criminosos que aplicaram o golpe não foram identificados e ninguém foi preso pelo ato, que é classificado como crime de extorsão. A polícia suspeita que as ligações tenham sido feitas de dentro de um presídio e o caso está sob investigação.