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A situação do ex-presidente da República Luiz Inácio #Lula da Silva parece se "complicar" a cada dia mais, a partir do conteúdo do acordo de colaboração premiada da empreiteira Odebrecht, no âmbito da força-tarefa da Operação #Lava Jato, juntamente ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal. Vale ressaltar que a Operação Lava Jato é conduzida em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro, a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no estado do Paraná. A Operação Lava Jato é considerada é a maior operação de combate à corrupção na história contemporânea do país e apura desvios bilionários dos cofres públicos da maior estatal brasileira; a Petrobras.

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Reunião de novos documentos

A Justiça Federal do estado do Paraná adicionou novos documentos, com base em cinco inquéritos abertos com base na delação premiada de ex-executivos da empreiteira Odebrecht. Os documentos incluídos nesta quinta-feira (03) e relacionados às investigações dirigidas ao ex-presidente Lula, podem complicar ainda mais a sua situação perante a Justiça. Nessa ação penal, o ex-mandatário do país é acusado pelo cometimento de crimes relacionados à corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em se tratando de vantagens consideradas indevidas por meio de recursos ilícitos provenientes da maior construtora do país.

Os inquéritos que envolvem Lula se referem à aquisição de um prédio para que e tornasse a sede do Instituto Lula e também uma cobertura vizinha à residência atribuída ao ex-presidente, cuja localização está na cidade de São Bernardo do Campo, na região metropolitana da Grande São Paulo.

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A documentação apreendida se refere a contratos fraudulentos que vinculam pagamentos de propinas destinadas ao Partido dos Trabalhadores (PT), referentes às plataformas de Petróleo PRA-1, P59 e P60, além de algumas reformas que seriam realizadas, em relação à refinaria Presidente Vargas (REPAR), no Paraná, montagem de um gasoduto, como também recursos ilegais que teriam sido pagos através do ex-ministro da Fazenda petista, Guido Mantega e destinados ao ex-publicitário João Santana.

Não obstante, a documentação disponibilizada à Justiça, demonstra a existência de algumas anotações em que aparece o sítio de Atibaia, considerado um tema que seria tratado diretamente com o ex-presidente Lula. O Ministério Público Federal entende que esse conjunto de provas favorece que sejam corroboradas as delações da construtora Odebrecht.