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O Brasil passa por uma das suas maiores crises dos últimos anos e algumas das medidas econômicas em pauta são a reforma da Previdência e o aumento do Imposto de Renda.

Em discurso recente na Expo Fenabrave, o presidente Michel #Temer foi enfático em dizer que, se não for feita a reforma trabalhista e previdenciária, não será possível manter os pagamentos em dia da aposentadoria. Ainda de acordo com a reportagem do site O Globo, Temer cita que existe um déficit previdenciário neste ano previsto na faixa dos R$184 bilhões e no ano que vem deverá atingir R$205 bilhões, ou seja, se a reforma não for aprovada o quanto antes, haverá muitos problemas nos próximos anos.

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Outra medida muito polêmica seria mexer justamente em um ponto que afeta a grande maioria dos brasileiros: Imposto de Renda. Apesar de o presidente afirmar que não irá enviar a proposta de aumento do IR ao Congresso, ele também afirmou, na última terça feira (8), que esse assunto ainda está sendo estudado. Entretanto, nada ainda foi definido até a presente data.

De acordo com pesquisas recentes, Temer é o presidente mais impopular dos últimos anos, mas que ganhou sobrevida após vitória recente com o arquivamento das denúncias [VIDEO] de corrupção passiva e o apoio da Câmara.

Ainda assim, dificilmente propostas impopulares como o aumento do IR seriam aprovadas, conforme o jornal Folha de S.Paulo noticiou nesta terça-feira em rápida entrevista com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM- RJ).

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Entretanto, o #Governo admite que existe a possibilidade da criação de um pacote de tributos que venha a afetar quem ganha mais de R$ 23 mil por mês.

Qualquer mudança nesse sentido precisa passar pela Câmara inicialmente, para depois ir para aprovação no Senado. Um dos argumentos do governo para essa mudança no IR da alíquota máxima de 27,5% para quem ganha acima de R$ 4.664,68 é que esse grupo de trabalhadores de alta renda seria o menos afetado, pois é um dos que menos pagam imposto em relação a sua renda, algo na faixa dos 17%.

As mudanças de tributação de 27,5% para 35% afetam os trabalhadores que ganham mais de R$ 23 mil de salário. Esse estudo já está sendo feito desde meados do ano passado, mas ainda encontra dificuldade de aprovação, mesmo levando em consideração que a minoria dos trabalhadores seria afetada.

Mais uma medida que já vem sendo estudada há algum tempo e que poderia gerar mais R$ 30 bilhões para os cofres públicos seria o fim do incentivo tributário para as LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e as LCAs (Letras de Crédito Agrícola). Entretanto, se compararmos esses produtos com os produtos de investimentos mais populares atualmente, o CDB e poupança, fica difícil imaginar essa mudança, pois a atratividade deste produto se dá justamente em virtude da isenção do IR. Lembrando que esse produto não tem liquidez durante os 90 primeiros dias de aplicação [VIDEO] ou ainda em alguns casos de negociação durante todo o período de aplicação. #PrevidenciaSocial