Batman e #Robin ficaram conhecidos no cinema por ajudarem vítimas a se livrarem de grandes enrascadas. Na versão brasileira, os dois, na verdade, faziam as vítimas ficarem nas tais enrascadas. Por isso, a Polícia Federal [VIDEO] decidiu acabar com a festa dos dois anti-heróis. Na 'Operação Gotham City', os dois criminosos foram procurados. Apenas #Batman foi preso. Os nomes de heróis, na verdade, eram apelidos de empresários. Batman é o nome de Nuno Canhão. Já a verdadeira identidade de Robin é Guilherme Neves Vialle.

Polícia Federal anuncia prisão de Batman, mas revela que Robin fugiu do Brasil

Ambos bandidos eram empresários que trabalhavam no setor de transporte do Rio de Janeiro e tinham ligações com esquemas de corrupção.

Publicidade
Publicidade

A operação tem o nome 'Gotham City' fazendo uma referência à cidade onde os heróis dos quadrinhos cometiam os seus atos nos quadrinhos. Batman não teve sorte com a #Polícia Federal brasileira. Ele acabou sendo preso na cidade de Curitiba, no estado do Paraná. Já Robin foi mais ágil e conseguiu fugir do Brasil.

Interpol, a polícia internacional, ajudará o Brasil a achar Robin, após sua fuga

Como sumiu do Brasil, a Polícia Federal solicitou que a polícia internacional, a Interpol, a ajude a encontrar Guilherme Vialle. Além dos dois bandidos com nomes de heróis, outros seis mandados de busca foram expedidos pelo juiz Marcelo Bretas. Todos eles acontecem na cidade de Curitiba, apesar da decisão ter partido de um tribunal do Rio de Janeiro. A operação ocorreu no Paraná, pois a empresa tem sede no estado.

Publicidade

Batman e Robin são acusados de lavagem de dinheiro em esquema de corrupção do transporte público

A empresa do preso e do foragido na 'Operação Gotham City', segundo a polícia, é do ramo de engenharia. Ela estaria sendo utilizada para fins criminosos, como, por exemplo, lavar o dinheiro de órgãos públicos ligados ao governo do estado do Rio de Janeiro. A Fetranspor, que deveria fiscalizar os transportes públicos no Rio, seria uma das entidades que recebeu propina para fazer vista grossa durante as inspeções que deveriam ser rotineiras.

MPF também denúncia ex-governador Sérgio Cabral em escândalo de corrupção

O Ministério Público Federal, o MPF, também fez duas denúncias contra um político já preso, Sérgio Cabral, do PMDB. Ele foi duas vezes governador do estado e seria o chefe da organização que burlava o transporte público da cidade, atuando tanto como corruptor passivo, como também na corrupção ativa.