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As tratativas e a concretização do acordo de colaboração premiada que envolveu o empresário goiano #Joesley Batista, dono de uma das maiores empresas no setor de vendas de carnes processadas em todo o mundo e a Procuradoria-Geral da República [VIDEO], sob a condução do chefe do Ministério Público Federal, #Rodrigo Janot, correm uma sério risco de que possa ser enfaticamente cancelado, de acordo com provável determinação do procurador-geral.

Vale ressaltar que o empresário Joesley Batista foi um dos grandes responsáveis por deflagrar uma séria crise política que envolve o governo do presidente da República Michel Temer, o que culminou em uma denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República, mas que, ao final, acabou sendo rejeitada em Plenário da Câmara dos Deputados, impedindo que o presidente tivesse autorizado contra ele uma investigação que tivesse prosseguimento no âmbito do Supremo Tribunal Federal (#STF).

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Decisão de Rodrigo Janot sela futuro de Joesley

Entretanto, após as descobertas pelos investigadores da Polícia Federal, em relação a novos áudios que podem comprometer substancialmente o acordo de delação premiada de Joesley Batista e Ricardo Saud, que é executivo da empresa JBS, pode acarretar que uma grande "reviravolta" no caso venha à tona. Neste feriado de 07 de setembro, Joesley Batista prestou um novo depoimento junto à Procuradoria-Geral da República, ao delinear toda a sua versão, referente às acusações que foram captadas no áudios de mais de quatro horas divulgado pelos procuradores federais.

Apesar de todos os esforços de Joesley Batista nesta quinta-feira (07), durante a apresentação de sua defesa, o procurador-geral Rodrigo Janot decidiu, de modo contundente, pela revogação da imunidade que havia sido concedida no acordo de colaboração premiada ao empresário goiano e a outros integrantes do seu grupo de empresas.

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Entretanto, existe uma grande possibilidade de que o procurador-geral da República se manifeste até mesmo favoravelmente a que seja expedido um mandado de prisão contra o empresário Joesley Batista, segundo o que teria dito um dos interlocutores de Janot.

O posicionamento do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve ser encaminhado até a tarde desta sexta-feira (08), ao ministro do Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF). Fachin é o ministro-relator do caso JBS na mais alta Corte brasileira e será quem deverá tomar uma decisão definitiva, em relação ao caso.