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O advogado de defesa da ex-presidente #Dilma Rousseff, José Eduardo Cardozo, que atuou durante o processo impeachment, levando a derrota e expulsão da petista do poder, foi alvo de um dos áudios comprometedores feitos pelo executivo da empresa JBS Ricardo Saud. O advogado e ex-ministro da Justiça foi pego comentando quais políticos que influenciavam os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ao que tudo indica, a Suprema Corte está passando por um momento controverso com áudios secretos gravados pelos empresários da JBS.

Em um encontro com Saud e #Joesley Batista, o advogado [VIDEO] foi flagrado falando sobre casos comprometedores dos ministros.

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O áudio está no exterior e ainda não foi descoberto de quais políticos o ex-ministro tratava, mas a Procuradoria Geral da República, comandada por Rodrigo Janot, avaliou que o envio dos áudios ao exterior comprova que a JBS tentou ocultar as provas dos crimes. Resta aguardar para saber o que está explícito no áudio e quais políticos e ministros agiram de maneira errônea perante a Justiça brasileira.

Um fato inusitado que aconteceu em meio às investigações é que o advogado de defesa de Joesley Batista, Pierpaolo Bottini, já foi advogado de José Eduardo Cardozo durante processos de investigações da Operação Lava Jato. Cardozo já foi acusado de obstrução de Justiça. O fato é que Bottini defendeu Cardozo e defende Joesley, que grampeou Cardozo.

Supremo Tribunal Federal

O ministro do STF Gilmar Mendes disse que estaria "convencido" [VIDEO]de que Joesley gravou um conversa que teve com ele no dia 1° de abril deste ano.

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A conversa ocorreu na IDP, escola de direito em que Mendes é sócio. O ministro disse que a conversa ocorreu normalmente e que ele não estaria preocupado com a situação. Acontece é que a ex-braço direito de #gilmar mendes na IDP, Dalide Corrêa, teria entrado em contato com uma das advogadas do grupo JBS tentando fazer com que não fosse revelado nada sobre ela e Gilmar. Diferente de Gilmar, Dalide mostrou que algo ilícito teria acontecido por conta de sua preocupação.

A procura de Dalide se deu a partir do momento em que soube que o diretor jurídico da JBS, Francisco de Assis, teria reproduzido trechos de uma conversa que ocorreu por meio de mensagens de texto. Francisco de Assis declarou que deu um print screen nas mensagens, mas não se lembra do conteúdo das mesmas. As informações foram passadas pela revista "Veja".