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Após ser empossada no cargo de Procuradora Geral da República, #Raquel Dodge iniciou uma espécie de renovação no quadro dos procuradores que serviam à força tarefa da Operação Lava Jato.

Acontece que nem bem começou, e essa renovação já sofre ‘baixas’ no início de sua trajetória em busca de justiça nos casos de corrupção que se tornaram escândalos políticos do Brasil.

Sidney Pessoa Madruga, coordenador escolhido por Raquel Dodge para comandar o Genafe - Grupo Executivo Nacional da Função Eleitoral - pediu exoneração de seu cargo recentemente.

Os motivos da saída de Madruga

Sidney foi visto almoçando com a advogada da JBS, Dr.

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Fernanda Tórtima, algo que causou uma espécie de alvoroço e constrangimento para o procurador.

No almoço entre a advogada e o procurador, eles conversaram sobre os rumos que a Operação Lava Jato tomou e a Comissão Parlamentar de Inquérito da JBS.

Em dado momento, Sidney chegou a dizer que os novos gestores da Procuradoria Geral da República devem construir uma relação nova com os responsáveis pela força tarefa na República de Curitiba.

Segundo Sidney Madruga, o ideal seria ter mais controle e interlocução do que era antes sob o comando de Rodrigo Janot. Aos olhos de Madruga, Janot deixou a equipe muito ‘solta’, sugerindo mais rigidez com os procuradores de Curitiba.

As reações após a exoneração e o que foi dito no almoço

As declarações de Sidney Madruga causaram uma reação um tanto enérgica de outro procurador ao saber da conversa dele com Fernanda Tórtima.

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Deltan #Dallagnol ao saber das palavras de Sidney que supostamente [VIDEO]seria a linha a ser seguida pela nova Procuradora Geral da República, logo tratou de mandar-lhe um recado.

Em palestra para universitários, operadores de direito, ele disse que ninguém deve mandar dizer o que os procuradores devem ou não fazer em Curitiba.

Além do recado [VIDEO], Dallagnol expôs a estratégia que devem adotar para que convençam os eleitores a votar apenas em políticos que apoiem as dez medidas anticorrupção [VIDEO], medida essa, que fracassou no Congresso e foi motivo de lamentação no evento pelo procurador.

Segundo Dallagnol, se faz necessário colocar no congresso um parlamentar que seja vinculado ao pacote anticorrupção consistente, forte. A ideia é começar a eleger novos políticos que sejam engajados ao pacote anticorrupção promovendo, assim, uma renovação na classe política do país, não que seja o único pré-requisito, mas esse seria um compromisso importantíssimo que vem de encontro à necessidade e interesse público. #PGR