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O empresário goiano #Joesley Batista, considerado um dos maiores empresários no setor que é destinado à venda de carnes processadas em todo o mundo, pode estar prestes a passar momentos extremamente difíceis, em se tratando da decretação de sua prisão, pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin.

O magistrado que é integrante da mais alta Corte brasileira, decretou a prisão provisória do empresário, com base em irregularidades, segundo as tratativas consideradas extremamente "nebulosas", em se tratando do acordo de colaboração premiada firmado entre a empresa JBS e seus executivos, juntamente à Procuradoria-Geral da República, que é conduzida até o dia 17 de setembro, pelo procurador-geral e chefe do Ministério Público Federal, Rodrigo Janot.

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Momentos de muita tensão

O empresário Joesley Batista, investigado no âmbito da Operação Lava Jato, encontrava-se em sua residência em São Paulo, quando o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, anunciava o possível cancelamento do acordo de colaboração premiada firmado com o goiano. Joesley, atônito, preferiu que a sua televisão fosse desligada. Ele parecia não entender absolutamente nada do que estava se passando naquele momento. O empresário não conseguia assimilar quais seriam os motivos para que o procurador Rodrigo Janot estivesse tão irritado, diante das câmeras de TV, durante seu pronunciamento.

Entretanto, Joesley Batista não queria mesmo admitir que a sua boa fase estivesse chegando ao seu final, justamente, através de uma ação tomada por Rodrigo Janot, a partir do cancelamento do acordo de colaboração premiada.

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o empresário acreditava, e confidenciava à pessoas próximas, que a situação, de certo modo, seria considerado algo "contornável". Já o irmão de Joesley, Wesley Batista, não conseguia esconder tamanho abatimento com a iminência da prisão do irmão. Joesley, no entanto, continuava com o seu estado de negação da realidade, até o último momento, em que acabou culminando na decretação de sua prisão.

Com a consumação da expedição do mandado de prisão, Joesley Batista imaginou que poderia se dirigir até Brasília, para se entregar. Porém, foi desaconselhado por seus empresários que viram nessa ação, os riscos de que as autoridades entendessem que seria uma forma de fuga, se o empresário se dirigisse até o aeroporto. No domingo de manhã, tentou tranquilizar os seus pais e partiu rumo à carceragem da Polícia Federal, em São Paulo. Até o último momento, Joesley Batista parecia não acreditar na realidade diante de seus olhos; o cancelamento dos benefícios do acordo de colaboração premiada e consequentemente, a sua prisão. #STF #Lava Jato