O ator global José de Abreu não é conhecido somente pelos seus trabalhos feitos na TV, cinema e teatro, ele também se destaca nos noticiário pela sua militância esquerdista e seu ‘Lulismo’ assumido. Existem diversos registros sobre o assunto, nos quais o ator, ao ser entrevistado em rádio ou TV, acaba discutindo ou até mesmo retrucando o entrevistador de forma contundente [VIDEO] e contumaz.

Esse ano, graças ao seu engajamento e sua forte militância política, José de Abreu acabou protagonizando uma cena um tanto desagradável quando, ao ser questionado por um espectador, sobre ter adquirido verba da lei de incentivo cultural do governo em um restaurante, cuspiu no homem e o atacou aos gritos dizendo que não ‘usou a lei Rouanet’.

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Acontece que essa semana, o governo desmentiu o ator militante [VIDEO]ao solicitar explicações sobre o destino da verba adquirida no programa cultural que até então Zé de Abreu dizia não ter adquirido (reportagem completa sobre o assunto no final da matéria).

Trata-se da verba adquirida para a peça teatral ‘Fala Zé’.

O ator e sua ex-mulher, Camila Paola Mosquella, diretora do espetáculo em questão, foram convocados a prestar contas ao ministério da cultura na CPI instaurada pela Câmara dos Deputados sobre os valores recebidos através de financiamento governamental que chegam ao montante de R$ 300.000,00 mil reais.

Em novembro de 2016, Camila Paola Mosquella foi condenada a devolver o valor adquirido no programa governamental de incentivo à cultura.

O ator e a diretora eram casados quando o dinheiro foi liberado para a produção da peça teatral, a ideia era que o monólogo estrelado por José de Abreu fizesse uma turnê que passaria por vinte cidades do país.

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O recurso originou-se da Petrobras, que por sua vez recebe o benefício do desconto dos R$ 300.00,00 em impostos devidos ao governo federal.

Camila recorreu da decisão publicada em diário oficial por ter tido aprovação do descritivo financeiro no ato do recebimento da verba da lei Rouanet, por conta de apresentações efetivamente confirmadas por casas de espetáculos e teatros por onde a turnê passou, atestados comprobatórios que antes não tinham sido exibidos pela diretora do espetáculo.

Após constatarem novas divergências na prestação de contas, o ministério da cultura reabriu o processo administrativo, pois faltam justificativas em gastos que atingem o valor de R$ 44.000,00 mil reais. Algumas notas fiscais que estão sob suspeita somam R$ 35.000,00 reais e as despesas com hospedagem e passagens aéreas se aproximam ao valor de R$ 9.000,00 mil reais.

O caso levantou suspeitas do Ministério da Cultura, após o aferimento das notas fiscais ter sido notado a mesma caligrafia em todas elas, outro ponto que alerta o Ministério da Cultura foi o fato das notas fiscais terem numeração próxima e um lapso temporal controverso onde a nota de número 001382 tem emissão no mês de novembro e a nota fiscal 001385 que pela numeração naturalmente deveria ter sido expedida depois, foi expedida no mês de outubro do mesmo ano.

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A defesa da diretora e ex-mulher de José de Abreu disse que apresentará a sua defesa em momento adequado.

Assista ao vídeo referente a condenação:

#JosedeAbreu #leiRouanet #PT