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Um dos principais ministros do #Governo do presidente da República #Michel Temer, Dyogo Oliveira, fez uma dura análise sobre a atual conjuntura do país, em se tratando da possibilidade de não aprovação de uma das reformas consideradas fundamentais e essenciais para o Brasil, segundo dados fornecidos pelo Palácio do Planalto: a #Reforma da Previdência Social. Nesta segunda-feira (11), o ministro traçou um paralelo, em relação à atual dimensão, ao se revelar a situação dos gastos no país. Ele participou do 14.º fórum de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em São Paulo.

Situação alarmante

Através da análise das contas públicas e de acordo com os dados fornecidos, apresentados pelo ministro Dyogo Oliveira, existe uma gravidade sendo explicitada, em se tratando da Previdência Social no Brasil.

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O integrante do governo do presidente Michel Temer foi contundente ao afirmar que "estaríamos prestes a não poder pagar a Previdência". O ministro foi ainda mais longe ao delimitar os gastos e despesas inerentes ao governo federal, ao relatar que um crescimento anual de cerca de R$ 50 bilhões em despesas e custeios é reponsável pelo engessamento dos demais gastos considerados primários do governo Temer.

Entretanto, Dyogo Oliveira também enumerou outro exemplo que poderia ser considerado como extremamente grave, relacionado ao quadro fiscal, que é a necessidade que o governo possui em efetuar cobranças, em relação à devolução de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A intenção é que se possa concretizar o cumprimento da chamada "regra de ouro". Essa regra proíbe o governo de realizar a emissão de dívidas em valores superiores às despesas de capital durante o exercício.

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E fez ainda um alerta, ao relatar que este ano "o governo terá que tomar dinheiro de volta do BNDES, para que consiga cumprir a regra de ouro".

Porém, de acordo com o ministro do Planejamento, há um alento, em se tratando da atual situação do país. Segundo Dyogo Oliveira, a crise econômica que foi enfrentada pelo Brasil nos últimos anos, já teria ficado para trás, e ele foi enfático ao dizer que "claramente a recessão já acabou". Ainda de acordo com o político, haveriam algumas ressalvas em relação a isso, já que tudo dependeria do ritmo da recuperação e da melhora do quadro fiscal no país, ao afirmar que o "processo de recuperação dessa crise teria um caráter muito particular e a retomada acabará se tornando lenta, do ponto de vista econômico e fiscal".