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A recém-empossada procuradora-geral da República, Raquel Dodge, resolveu fazer uma análise aprofundada, em se tratando das ações proferidas pelo seu antecessor no cargo, o ex-procurador-geral Rodrigo Janot, em relação às solicitações de impedimento formuladas por ele, dirigidas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), #gilmar mendes. A procuradora-geral solicitou um pedido de vista sobre os processos abertos na Procuradoria-Geral da República [VIDEO], durante mandato do ex-procurador-geral Rodrigo Janot, em relação aos julgamentos do ministro Gilmar Mendes, que resultaram na concessão de liberdade, com referência a casos que envolveram os empresários Eike Batista, Lélis Teixeira e Jacob Barata Filho.

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Vale ressaltar que o empresário Jacob Barata Filho, já foi considerado 'o rei do ônibus', no setor de transportes do Rio de Janeiro. Já Lélis Teixeira é presidente da Fetranspor (Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro). Ambos tiveram suas prisões revogadas, por atuação e determinação do ministro Gilmar Mendes. Os habeas corpus foram concedidos por Mendes, ocasionando que suas prisões preventivas, acabassem se tornando prisões domiciliares, sendo consideradas medidas muito mais brandas, conforme ação do magistrado do Supremo Tribunal Federal (#STF).

Impedimento nas mãos da presidente do STF, Cármen Lúcia

O julgamento para que possa sinalizar um afastamento em relação ao julgamento dos casos supra-citados, em se tratando do ministro Gilmar Mendes, se encontram à espera de uma solução nas mãos da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia.

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Entretanto, as arguições que retratam um pedido de impedimento do ministro Gilmar Mendes, retornam agora, às mãos da atual procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Ela poderá, inclusive, se manifestar através de um entendimento do caso que seja distinto da compreensão dada pelo ex-procurador Rodrigo Janot.

De acordo com a determinação de Raquel Dodge, "a Procuradora-Geral da República requer a vista dos autos para um exame da matéria e manifestação que seja eventualmente cabível", segundo carta dirigida à presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). A recomendação da procuradora Raquel Dodge entrou no sistema da Corte nesta terça-feira (26). O ato de Dodge foi considerado como um dos primeiros à frente da Procuradoria-Geral da República. Porem, o mais intrigante, é que a atual procuradora teve Gilmar Mendes como um de seus principais fiadores na campanha para o comando da #PGR. Além disso, algumas pessoas próximas relatam que ambos já se conhecem há muitos anos.