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A delação premiada de Antonio Palocci incriminou mais ainda o ex-presidente da República Luiz Inácio #Lula da Silva, pelo fato de ter citado diversos esquemas que o petista estaria envolvido durante a gestão do Partido dos Trabalhadores na presidência da República Federativa do Brasil.

Lula já depôs uma vez em frente ao juiz federal Sérgio Moro sobre o caso do tríplex no Guarujá, no litoral de São Paulo, do qual o ex-presidente é acusado de ter recebido o imóvel em forma de propina da empreiteira OAS, e foi condenado em primeira instância. Desta vez irá depor novamente em frente ao juiz Moro, só que pelo caso do sítio de Atibaia, na próxima quarta-feira.

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Pedido de prisão?

O depoimento será sobre o sítio de Atibaia, que o ex-presidente teria sido acusado de ter recebido em forma de propina. Porém, o mesmo nega. Após a delação de Palocci ter acusado o petista de crimes gravíssimos, o juiz federal Sérgio Moro poderia pedir a prisão preventiva do ex-presidente, o que na visão dos advogados especialistas no assunto, é super improvável, mas tem chances mínimas de acontecer. Desta forma, o ex-presidente Lula pode ter a prisão preventiva decretada ainda nesta quarta-feria, sendo uma medida espantosa de Moro, mas justificável.

Lula não está preocupado com essa possibilidade de prisão preventiva, pois se isso acontecer (o que é praticamente impossível), seus advogados conseguiriam reverter facilmente esta decisão. Para haver uma prisão preventiva, deve-se ter uma grande possibilidade do réu ser culpado.

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Sendo assim, o petista tem maior possibilidade de sofrer reclusão no segundo semestre do ano que vem, quando provavelmente será a sentença em segunda instância do caso do tríplex, e o TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4° Região) [VIDEO] decidirá se manterá ou modificará a sentença de Sérgio Moro, que condenou Lula a 9 anos e meio de prisão em regime fechado.

Delação premiada

Todos os avanços das investigações sobre Luiz Inácio Lula da Silva se deve ao sisteme de delação premiada, importado dos Estados Unidos pelo juiz federal Sérgio Moro, que é responsável pela operação em Curitiba.

A delação premiada trata-se de um acordo firmado entre juiz e réu, para que o delator (réu) conte tudo que sabe sobre os esquemas em que estava envolvido, e em troca disso tem sua respectiva pena reduzida ou até mesmo será absolvido. Isso serve para alcançar os chefes da corrupção, os quais pareciam inalcançáveis [VIDEO]. #preso #Sergio Moro