Segundo o cantor #Zezé di Camargo, não existiu uma #Ditadura militar no Brasil. O astro sertanejo foi entrevistado pela jornalista Leda Nagle e respondeu a pergunta feita por ela sobre ditadura no Brasil. O cantor explicou que nunca houve ditadura. Para ele, o que aconteceu foi um “militarismo vigiado”.

A resposta dada pelo cantor não deixou muito claro quem vigiava quem, se eram os militares que vigiavam, ou se os militares eram vigiados por pessoas que estavam acima deles. Mas isso não faz muita diferença para o país que estamos vivendo e que se diz democrático. O Brasil está passando por uma fase muita critica, e não dá para se confiar em nenhum dos políticos.

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São muitos os envolvidos em escândalos e não se sabe aonde vai parar. Muitos dos que estão envolvidos acabam não sendo punidos pelos crimes que cometem, e isso deixa uma sensação de impotência da Justiça sobre os corruptos.

Zezé Di Camargo diz qual é a saída do Brasil

Segundo as informações, Zezé demonstrou entender muito sobre o que aconteceu entre 1964 e 1985, mas também mostrou que está preocupado com a situação que se encontra o país hoje. Ele deu uma sugestão para resolver os problemas enfrentados pelo povo brasileiro, que é acabar com a corrupção dentro da esfera política.

Ele disse que o Brasil está precisando de uma depuração. O que o cantor propôs é entrega o poder nas mãos dos militares para comandar o país e deixar a pátria organizada. O que, segundo Zezé Di Camargo, não seria uma nova ditadura, mas, sim, o que ele chama de “militarismo vigiado”.

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O que ele quis dizer seria voltar ao tempo “do pau no miolinho”.

O regimento funcionava dessa forma: se um cidadão quisesse um político para presidente, tomaria um pau no miolinho para deixar de querer. Os cidadãos também tinham seus pensamentos reprimidos, não podiam falar o que pensavam, principalmente se esse pensamento ia contra o regime. Eram proibidos de ler livros e nem podia se falar em greve, que eram reprimidos a pauladas.

Este regime alcançou todas as classes sociais da época, e também a imprensa e o cinema, que quisesse fazer algum ato de manifesto contra o regime. Os livros não continham conteúdos falando sobre o assunto. O intuito do regime era manter as pessoas desinformadas para que eles continuassem no poder. As pessoas que procuravam se informar ou buscar mais conhecimentos durante o regime militar corriam grande risco de levar uma surra, ou até mesmo ser morta.