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Arquivada a segunda #denúncia contra o presidente Michel Temer [VIDEO] (PMDB), por 251 votos a 233, a Câmara dos Deputados tem pela frente nova polêmica: a Reforma da Previdência. Nem bem estava concluída a sessão que rejeitou o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para apurar indícios de corrupção envolvendo o presidente #Temer e dois dos seus principais articuladores político, os ministros Eliseu Padilha, da Casa Civil – braço estratégico na composição de apoio e base política – e Moreira Franco, da Secretaria Geral, os bastidores davam conta de que a máquina administrativa não queria comemorar, mas, sim, focar na nova empreitada.

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De acordo com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), as movimentações para trazer ao plenário a Reforma da Previdência começam na próxima semana, logo no início de novembro. Maia sinalizou que é favorável às alterações no regime previdenciário brasileiro e chegou a criticá-lo diretamente enfatizando seu caráter injusto.

Para o presidente da Câmara dos Deputados, o atual sistema previdenciário brasileiro consiste na maior transferência de dinheiro da classe pobre para as camadas mais ricas. Segundo ele, a Previdência é a maior transferência de renda do mundo de pobres para os abastados. Maia salientou que tem muita coisa errada e que a Reforma da Previdência deve ser priorizada.

Embora criticada por Maia, a Previdência Social não apresenta déficit, conforme ficou constatado em relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Previdência, de acordo com o relator senador Hélio José, do PROS do Distrito Federal.

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Na última segunda-feira (23), Hélio José concluiu o relatório final e deixou claro que, com relação à Previdência o problema não está associado ao déficit, e sim má gestão.

Para o relator está claro que, para convencer base política [VIDEO] e sociedade, o discurso favorável à reforma se vale da manipulação de dados, principalmente por parte do #Governo Temer. De acordo com o relatório, em se tratando de Reforma da Previdência, o que fica evidente são cálculos irreais, muitos dos quais forçados para justificar o argumento de déficit.

O relatório tem mais de 250 páginas e sustenta que fragilidade do fundo previdenciário nacional nasce da irregularidade do custeio da seguridade. Para o senador r relator da CPI, antes de bradar o déficit, o governo deveria focar seus esforços para corrigir distorções e acertar a gestão previdenciária.