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O presidente Michel Temer [VIDEO] está vivendo momentos de grande agonia, ao ser denunciado pela segunda vez pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Essa aflição pode estar afetando até a sua #Saúde.

Conforme informações da TV Globo, o presidente está com uma obstrução na artéria coronária e nos próximos dias terá que fazer um cateterismo, que seria um procedimento médico para diagnóstico e tratamento de doenças ligadas ao coração.

A Globo afirmou que o procedimento já seria feito na última sexta-feira (6), porém, devido à votação na Câmara dos Deputados sobre a sua denúncia, em que é acusado de organização criminosa e obstrução à Justiça, ele decidiu adiar o procedimento médico para desobstruir a artéria.

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Pelas informações, Temer pretende fazer o cateterismo quando estiver mais tranquilo, ao passar pela votação. O presidente tem se desgastado nos últimos dias fazendo vários acordos com parlamentares para não ter nenhuma surpresa diante da votação.

Mesmo diante da repercussão de todos esses fatos, o Palácio do Planalto nega que Temer esteja com a saúde debilitada. "Temer goza de perfeita saúde", ressalta em nota.

A assessoria do peemedebista também afirmou que se tem alguém responsável em falar sobre a saúde do presidente é o seu médico particular, Roberto Kalil Filho. Procurado, o médico preferiu não comentar sobre esse assunto.

Orçamento paralisado

A denúncia contra o presidente tem causado um impacto no Orçamento de 2018, e isso vem irritando parlamentares.

Em decorrência das votações da segunda denúncia de Temer, o #Governo avisou que só enviará medidas provisórias impopulares, no caso, que cortam despesas com servidores públicos, depois da votação.

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Apenas para ressaltar, sem essas medidas, a comissão não consegue alterar o Projeto de Lei Orçamentária de 2018.

Os técnicos da área econômica afirmam que isso é um erro grave, pois o atraso vai atingir pontos negativos na proposta do Orçamento de 2018.

Preocupação

O adiantamento do envio de pacotes como uma forma de barrar a segunda denúncia contra o presidente já deu um alerta na equipe econômica. Há uma grande preocupação [VIDEO] nisso tudo, porque acaba retardando o início das medidas, como, por exemplo, o aumento da alíquota da contribuição previdenciária dos servidores de 11% para 14%. Dessa forma, a arrecadação pode cair bruscamente.

O tempo para a aprovação das medidas será pequeno. Fontes também disseram que há pressão sobre os servidores públicos com os parlamentares que querem adiar as medidas. #Michel Temer