Um dos mais famosos personagens de todo o esquema de #Corrupção que proporcionou rombos bilionários na maior estatal brasileira, a Petrobras, o delator e ex-doleiro preso no âmbito da Operação Lava Jato, Alberto Youssef, se tornou alvo de mais um grande problema perante a Justiça. Vale lembrar que o ex-doleiro havia sido preso pela maior operação combate à corrupção na história do país, porém, como colaborou com a força-tarefa de investigação da #Lava Jato, pôde angariar alguns benefícios como a própria liberdade, devido ao seu acordo de colaboração premiada juntamente à Polícia Federal [VIDEO] e Ministério Público Federal.

Vale ressaltar que a Operação Lava Jato é conduzida em primeira instância, pelo juiz federal Sérgio Moro, a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no estado do Paraná.

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Entretanto, um novo processo pode acarretar muito mais "dores de cabeça" ao ex-doleiro Alberto Youssef.

Novos problemas perante a Justiça

O juiz Joaquim Pereira Alves, responsável pela terceira Vara Criminal de Maringá, no estado do Paraná, se manifestou sobre um caso de corrupção ocorrida na cidade supracitada, considerada um dos maiores município paranaenses, em se tratando de uma caso relativo à corrupção deflagrada na #prefeitura da cidade. De acordo com as investigações, o doleiro teria se utilizado de uma cunhada que possui problemas relativos a retardo mental, para conseguir o seu propósito de desviar recursos financeiros da Prefeitura de Maringá, no norte do estado do Paraná. Alberto Youssef acabou sendo condenado a cerca de cinco anos, um mês e vinte dias de prisão, pela apropriação de bens ou rendas públicas, ou através de desvios em proveito próprio ou alheio.

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Ainda conforme a sentença proferida pelo juiz Joaquim Pereira Alves e de acordo com o que está apresentado nos autos, Alberto Youssef se utilizava de 'laranjas' para efetuar movimentações financeiras consideradas ilegais, sendo que dentre essas pessoas envolvidas , estava figurada a sua irmã, Olga Youssef. O mais intrigante, ainda segundo a sentença, é que o doleiro se aproveitou pelo fato de sua própria cunhada, a denunciada já falecida Cristina, que possuía retardo mental, para que lhe pudesse repassar uma procuração com poderes para realizar movimentações bancárias, segundo o magistrado paranaense. Porém, a condenação contra Alberto Youssef teve extinta a punibilidade pela prática de crime de associação criminosa, em relação a esse caso que envolve corrupção.