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Um dos filhos do ex-presidente Luiz Inácio #Lula da Silva, pode se complicar ainda mais, de acordo com investigações no âmbito da Operação Lava Jato, da Polícia Federal e Ministério Público Federal. Trata-se de Luís Cláudio Lula da Silva. As suspeitas da maior operação de combate à #Corrupção na história do país, dão conta de que o "laranja" do ex-mandatário do país também serviu para a realização negócios altamente "nebulosos" com o filho caçula de Lula.

As investigações estão concentradas na Operação #Lava Jato, que é julgada em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro, a partir da 13ª Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no estado do Paraná.

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Mais suspeitas recaem sobre o 'laranja' de Lula

De acordo com as investigações apuradas pela força-tarefa da Operação Lava Jato, além do envolvimento do "laranja" Glaucos da Costamarques em acusações relacionadas à ocultação de imóveis supostamente atribuídos ao ex-presidente Lula, como o terreno para a construção do prédio do Instituto Lula e em relação ao apartamento vizinho ao do ex-presidente da República, há fortes suspeitas de que Costamarques tenha atuado em um esquema considerado altamente ilícito.

Trata-se de corrupção por meio de uma empresa de importação aberta em 2009, sob o comando de Luís Cláudio Lula da Silva. O mais intrigante, segundo os investigadores da força-tarefa da Operação Lava Jato, é que Glaucos da Costamarques teria sido usado como "laranja" para ocultar o nome do filho caçula de Lula, em se tratando da propriedade Bilmarker 600 Serviços em Importação e Exportação Ltda.

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Vale ressaltar que a empresa havia sido registrada no nome de Glaucos da Costamarques e tendo como sócios majoritários Fábio Haruo Tsukamoto e Otávio Portugal Linhares Ramos. Os dois eram amigos durante o período escolar do filho do ex-presidente Lula, além de terem sido sócios dele. A sociedade havia se consumado nas empresa ZLT 500 Sports Gerenciamento e Marketing de Competições Esportivas Ltda.

As ligações entre José Carlos Bumlai, primo de Costamarques, em se tratando de supostas propinas pagas a Lula e aos filhos do ex-presidente já constavam em investigações da Operação Lava Jato desde meados de 2015. O pecuarista José Carlos Bumlai aparece nos negócios relativos à compra do prédio do terreno para a construção do Instituto Lula e do apartamento de número 121, localizado em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.

Embora, Luís Cláudio seja réu no âmbito da operação Zelotes, que apura o recebimento de propinas no setor automotivo, ele já faz parte das frentes da Lava Jato que fecham o cerco a Lula, em Curitiba, São Paulo e Brasília.