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A procuradora-geral da República, #Raquel Dodge, se pronunciou nesta última terça-feira, 7 de novembro, sobre a Proposta de Emenda Constitucional 412/09 (PEC), que dá a #Polícia Federal mais autonomia, tanto operacional quanto administrativa.

No entanto, a procuradora se mostrou contrária à proposta dando ênfase de que a PEC poderia fazer com a Polícia Federal [VIDEO] ameaçasse o Estado democrático de direito do Brasil. Segundo a procuradora, a proposta atinge o que há de mais essencial no modelo de separação de Poderes.

A líder do MPF acredita que se a PEC for aprovada, abrirá brecha para existir um quinto Poder no Brasil, e, ainda por cima, Dodge enfatiza que seria algo muito pior, pois esse novo Poder chegaria fortemente armado.

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Desde o início das investigações da Operação Lava Jato, a PEC ganhou ainda mais fôlego. O objetivo da PF é afastar quaisquer tipos de interferências de âmbito político no decorrer das investigações. A iniciativa partiu da ADPF (Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal).

A proposta está dividida em outras categorias dentro da própria PF, há escrivães, papiloscopistas e alguns agentes que são contrários a PEC, dizendo que isso iria beneficiar a classe dos delegados, dando-lhes mais poder.

A PEC está sendo representada na Câmara dos Deputados por João Campos. O projeto está pronto para entrar em votação na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

Raquel Dodge está 'decepcionando'

O marqueteiro do Rio de Janeiro, Renato Pereira, prejudicou a cúpula do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e até ministros do Supremo Tribunal Federal (#STF) após delação premiada.

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O fato ocorreu porque houve um vazamento do depoimento, deixando incomodados os envolvidos.

Entre diálogos encontrados foi possível notar uma fala dando referência ao ministro do STF Ricardo Lewandowski. O ministro é citado como alguém que poderia pedir investigações junto a Procuradoria Geral da República (PGR).

A chefe do Ministério Público Federal (MPF), Raquel Dodge [VIDEO], acabou decepcionando após acreditarem que novos vazamentos não iriam acontecer com sua gestão. A PGR não estaria tendo controle sobre vazamentos e justificou dizendo que o Supremo é quem está com a delação premiada, não cabendo a PGR intervir no caso.

Antes de abrir uma investigação, a assessoria de Dodge citou que seria preciso receber uma denúncia oficial relatando o acontecimento.