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Poucas vezes o Brasil viveu um cenário político tão incerto tão perto de uma eleição. Depois do turbilhão vivido nos últimos quatro anos, com direito a impeachment de uma presidente e duas denúcias contra o sucessor, o país se aproxima de um novo pleito em clima de muita indefinição.

Lula lidera, mas não sabe se poderá concorrer

Luiz Inácio #Lula da Silva, o Lula, voltou com força à cena política brasileira desde o impeachment de Dilma Rousseff, em agosto de 2016. Nos comícios e eventos que têm participado pelo Brasil, ele garante que pretende concorrer e chega a dizer que tem o fôlego de "um menino de 30 anos" para enfrentar os desafios que estarão postos pela frente.

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Lula [VIDEO], em todas as pesquisas prévias já realizadas, lidera com sobras e transita sempre entre 30% e 35%, sendo um nome praticamente assegurado no segundo turno das #Eleições. Isso, é claro, se puder participar. Fruto das investigações da Operação Lava-Jato, o juiz Sérgio Moro o condenou a nove anos e seis meses por receber um apartamento em troca de benefícios à construtora OAS.

O ex-presidente [VIDEO] recorre da sentença em liberdade, mas está nas mãos do TRF-4, que, em segunda instância, determinará o seu futuro. Caso a pena seja mantida ou até aumentada, Lula fica impedido de participar das eleições. Existe a expectativa de que o julgamento possa ocorrer no primeiro semestre do ano que vem.

Loucura, loucura: Luciano Huck é opção

Poderia até parecer brincadeira, mas não é: Luciano Huck, um dos principais apresentadores da Rede Globo e presença costumeira nos sábados na televisão, virou opção para o "novo" na política.

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Em artigos e entrevistas, ele já havia dito que era chegada a hora da sua geração participar mais da política brasileira. Embora seja especulado, o famoso não garantiu sua participação nas eleições.

Nas últimas semanas, informações deram conta de que Huck intensificou conversas com partidos, o que gerou ainda mais especulações. Por outro lado, a Rede Globo promete não recebê-lo de volta caso ele participe do pleito e perca nas urnas.

Fenômeno Bolsonaro

Em um fenômeno semelhante ao que elegeu Donald Trump nos Estados Unidos, o polêmico deputado federal Jair Bolsonaro é cada vez mais uma certeza na corrida eleitoral de 2018. As pesquisas de momento o colocam em segundo lugar, indo a um eventual segundo turno com Lula.

Bolsonaro coleciona polêmicas na carreira pública por conta de posturas em defesa de militares, críticas aos movimentos LGBTs e desavenças com colegas como Jean Wyllys e Maria do Rosário.

PSDB incerto

Aquele que se acostumou a ser o principal partido de oposição aos governos do PT parece titubear no momento que, enfim, pode retomar a cadeira mais importante do Executivo nacional.

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Faltando um ano para as eleições, o PSDB ainda não bateu o martelo sobre quem poderá ser o seu candidato e isso reflete diretamente nas pesquisas, com seus dois postulantes principais - Geraldo Alckmin e João Doria - fora dos três primeiros lugares.

Nesta semana, Doria recuou e admitiu que pode concorrer apenas ao governo de São Paulo para "fortalecer" a campanha de Alckmin no plano nacional. Geraldo Alckmin tentou a presidência em 2006 e perdeu em segundo turno para Lula.

PMDB fora

Depois de assumir a presidência por meio do impeachment de Dilma Rousseff, em agosto de 2016, o PMDB não tentará a "reeleição" por meio do voto popular. O presidente Michel Temer não tentará se reeleger e não lançará nenhum nome para tentar ser o seu sucessor. O partido, em 2018, já adiantou que tem como objetivo se manter com o maior número de representantes entre os parlamentares no Congresso Nacional.