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Informações reveladoras foram vazadas de uma sessão fechada da CPI da JBS, na qual o deputado Carlos Marum (PMDB-MS), que faz parte da tropa de choque do presidente #Michel Temer, é o relator. Ele mesmo acabou dizendo que Temer quase renunciou, após todos esses escândalos.

Temer havia sido gravado pelo executivo Joesley Batista e caiu em suas armadilhas. Foi constatado um aval dele para que Joesley tentasse comprar o silêncio de Eduardo Cunha.

Marum confirmou que nessa sessão secreta, e que não deveria ter sido vazada, Temer pensou sim em renunciar, porém, ele falou que não viu nenhuma carta de renúncia e se tivesse visto, teria rasgado.

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O dia 18 de maio foi de muita tensão no Palácio do Planalto. Os próprios aliados do peemedebistas já imaginavam ele deposto do cargo. Segundo Marum, essas informações não poderiam ter sido vazadas, pois é algo apenas para quem estava na sessão, coisas secretas [VIDEO]. Ele vai entrar com pedido de investigação para ver quem vazou o pensamento de renúncia que se abateu sobre Temer.

Abalados

Marum falou que aquele momento foi de grande angústia para os assessores do presidente. Todos estavam aflitos e preocupados. Algumas pessoas que sempre foram a favor do peemedebista acharam melhor ele renunciar e evitar mais problemas. Porém, Temer quis provar que ele foi alvo de uma "armadilha" do executivo da JBS. Temer falou que estavam querendo a todo custo derrubá-lo da Presidência.

De acordo com o deputado, houve uma tentativa de golpe de Estado e que só não aconteceu pela força do presidente em não recuar e mostrar forças num momento extremo.

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Marum entrará em contato com a Polícia Legislativa para saber quem vazou as informações dadas por ele na sessão. Ele lamentou o fato dos vazamentos da sessão da CPI que foi realizada no dia 18 de outubro.

Preocupação

Michel Temer conseguiu se livrar no mês passado da segunda denúncia contra ele por obstrução à Justiça e esquema em uma organização criminosa. A denúncia que havia sido feita pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, fala que além de Temer, outros ministros receberam propina de empresas em troca de favorecimentos irregulares por parte do #Governo. Os ministros envolvidos são Moreira Franco e Eliseu Padilha.

O ministro Edson Fachin encaminhou parte do processo para o juiz Sérgio Moro [VIDEO] e outra parte para a Justiça Federal de Brasília. Temer não gostou dessa atitude e pediu para que Fachin voltasse atrás.

A defesa do presidente alega que ele será novamente atacado e não poderá se defender. Uma coisa é certa, a maioria dos políticos ainda tem medo do juiz Sérgio Moro.