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Um dos mais reconhecidos e atuantes juízes federais do Brasil, Marcelo Bretas, titular da sétima Vara Federal Criminal do estado do Rio de Janeiro, acabou enfrentando uma situação extremamente complicada, o que acarretou grande polêmica, a partir de uma #investigação realizada pelo Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro. Tudo se iniciou a partir de um levantamento realizado, em se tratando da vida pública do juiz federal Marcelo Bretas.

Vale ressaltar que o magistrado carioca é responsável por um "braço" da força-tarefa da Operação Lava Jato, no que se refere a desdobramentos que venham a ocorrer no estado do Rio de Janeiro.

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Entretanto, a Operação #Lava Jato é comandada em primeira instância, pelo juiz Sérgio Moro, a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no estado do Paraná. A Lava Jato é considerada a maior operação de combate à #Corrupção na história contemporânea do país e uma das maiores operações já deflagradas em todo o mundo.

'Mal-estar' envolve instituições de combate à corrupção no Rio

A Promotoria do estado do Rio de Janeiro causou, literalmente, um verdadeiro "mal-estar" entre instituições, principalmente, em se tratando da Justiça Federal do estado e o Ministério Público Estadual do Rio. Um dos principais motivos que teriam ocasionado um certo "incômodo", no relacionamento entre os órgãos supra-citados, trata-se dos desdobramentos de uma investigação. Entretanto, a investigação referida, deve-se a uma informação divulgada por órgão da imprensa, em que o juiz Marcelo Bretas acreditaria estar sendo investigado por "policiais" e até mesmo, por integrantes do Ministério Público Estadual.

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Porém, o caso não teve desdobramentos através desse modo em que o magistrado imaginava ter ocorrido. Na verdade, conforme informado pela Procuradoria Geral de Justiça, o que se passou é que dados do pai do juiz Bretas teriam sido levantados. O pai do magistrado carioca seria locador de imóveis alugados pela Procuradoria Geral de Justiça. As respostas da instituição dão conta de que essa investigação seria, no entanto, uma checagem de rotina, já que se tratava de assuntos comerciais, sem que houvessem qualquer tipo de relação com o juiz Marcelo Bretas.

Entretanto, em um ofício encaminhado ao juiz Bretas, o procurador-geral de Justiça, José Eduardo Gussem, fala da perplexidade do MP, em se tratando da informação relacionada a respeito de uma suposta participação de membro da instituição, em relação a investigações consideradas ilegais envolvendo o magistrado e seus parentes. Já o juiz Bretas também se posicionou sobre o caso, ao afirmar que não atuaria nessa investigação e que só poderia confirmar que seu pai, há muitos anos, aluga um imóvel para o Ministério Público do Rio de Janeiro.

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Entretanto, há uma grande suspeita de que o ex-governador do estado, Sérgio Cabral, esteja por trás de tudo isso. O ex-governador teria atuado na confecção de dossiês ilegais contrários ao juiz Bretas, através de pesquisas de informações que envolveriam o magistrado e sua família. Cabral encontra-se preso pela prática de crimes relacionados à corrupção no Rio. A Polícia Federal [VIDEO] segue dando prosseguimento às investigações inerentes ao caso envolvendo o pai de Bretas e a fabricação de dossiês falsos para constranger o magistrado.