A maioria do povo brasileiro concordaria que foi enganado pelos últimos anos com discursos muito bem construídos, dizendo que o Brasil iria crescer e a pobreza iria diminuir. Claro que houve uma “onda” de otimismo e muitas pessoas adquiram bens muito melhores do que a anos atrás, porém, até o momento, investigações dizem que tudo isso à custa de vários atos de corrupção e desrespeito ao povo brasileiro. Mesmo com as investigações nada conclusivas, já se sabe que houve sim um esquema de corrupção. A pobreza volta muito pior, a inflação chega a 10% contrariando o otimismo do passado.

Mas ao que parece, isso não foi só um sentimento brasileiro de ser enganado pelos ex-presidentes Lula [VIDEO]e Dilma [VIDEO].

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Segundo as informações, um jornal norte-americano, o Wall Street Journal, disse em edital que o mundo inteiro foi enganado. Redigido por Mary Anastasia O’Grady, que é umas das editoras mais renomadas do jornal, esse edital afirma que havia uma onda de otimismo para o Brasil.

Essa matéria tem como ponto forte mostrar como os ex-presidentes #Lula e #Dilma enganaram o mundo e como, ao deixar o poder, o Brasil ficou com uma inflação de 10% em dois anos, de uma castração econômica e, ainda, os escândalos de corrupção que assolam o país. É nesse ínterim que O'Grady fala sobre o ex-presidente Lula, que em 2009 estava à frente do país e era como se fosse uma estrela do rock. Seu discurso fazia uma oposição à política liberal econômica da década passada (1990), enquanto fazia uma política socialista com um ritmo de “samba”.

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Ao que parece, segundo o jornal, a região onde está o Brasil comprou a ideia de um grande governo comandado por um governante 2.0.

Isso porque o grau de otimismo chegou ao extremo de chamar o ex-presidente de “Lula 2.0”, ao mesmo tempo, ao mesmo tempo que estar preocupado com o populismo na América-latina era coisa secundária. Segundo o edital, a ideia era muito simples, o ex-presidente Lula era da vertente de esquerda, porém, não seria do mesmo patamar de um Hugo Chávez, por exemplo. Até o jornal The Economist destacou, em 2009, que o Brasil finalmente iria decolar com uma precisão do instituto PWC de que a cidade de #São Paulo, iria ser a 5ª mais rica do mundo até 2025 e o Brasil seria, finalmente, uma grande superpotência.

Ainda o artigo fala dos jogos olímpicos de 2016 que seria um quase milagre por já ter começado com relatos muito “sombrios” e muitos incidentes. Ainda diz que tiveram muitos engarrafamentos gigantes, e se os atletas e os turistas passaram sem nenhuma catástrofe, é uma questão incógnita. O plano inicial, segundo a editora, não era para ser assim, afinal, quando o Rio de Janeiro ganhou a disputa para sediar os jogos olímpicos em 2009, não foi previsto que o Brasil tivesse nesse ínterim, com um déficit de 8% do PIB, e uma inflação de um patamar de 10%.