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Durante as últimas semanas, a mídia deu amplo espaço para uma possível candidatura [VIDEO] do apresentador da Rede Globo [VIDEO] de Televisão, #Luciano Huck, no pleito presidencial do próximo ano. Foi informado que ele negociava com partidos políticos, já tendo realizado até reuniões, estudava possíveis alianças com políticos tradicionais, na tentativa de montar uma base de apoio, e até que a Rede Globo analisava nomes para substituí-lo nas tardes de sábado na programação da emissora.

Luciano Huck pôs fim a toda essa especulação nesta segunda-feira (27). Em um artigo publicado no jornal Estadão, intitulado "No rumo", o contratado da Rede Globo colocou uma pedra nesse assunto e encerrou um tema que a mídia brasileira tanto deu ibope e ganhou em cima.

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No início de seu artigo, Luciano afirma que foi tentado durante os últimos meses por todos os lados. Traçou até um paralelo entre sua situação e a "Odisseia de Ulisses", em que o personagem histórico é atiçado pelo canto das sereias em alto-mar.

Huck se questionou em que momento seu nome se tornou um possível pré-candidato à Presidência da República. Segundo disse, demorou para conseguir entender como chegou até essa situação inusitada, mas acredita que sua exposição pública e suas características o fizeram uma pessoa bem quista pela maioria da população.

O apresentador afirma que seus mais de 20 anos como figura pública fizeram com que as pessoas se sintam íntimas dele, que conversam e se abrem com mais facilidade/naturalidade. Diz gostar de gente, independente de suas características.

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Que suas andanças pelo País o fizeram perceber o quanto a população está sofrendo e perdida.

Disse que nunca pediu para ser apontado como um possível pré-candidato à Presidência da República. Mas assumiu o papel que lhe foi incumbido, pelo menos o de estudar e se cercar de pessoas que pudessem esclarecer melhor esse momento em que ele estava passando. Segundo Huck, ouviu conselhos durante meses de pessoas que considera "sensíveis, maduras e capacitadas".

Huck fez um mea culpa por sua geração. Disse que eles estão revolucionando vários setores, mas a política foi esquecida. Afirmou que defende que os "movimentos cívicos" possam ganhar espaço na política, pois só assim haverá uma reforma estrutural. E chegou a conclusão que a total descrença da população com os políticos e os nomes que aparecem como possíveis candidatos à Presidência da República ajudaram com que seu nome fosse tão bem recebido, mesmo sem ele ter se apresentado como tal.

Luciano concluiu dizendo que continuará pleiteando espaço e tentando melhorar a vida da população, não apenas como apresentador benevolente da Rede Globo ou com seu instituto fundado há quase 15 anos.

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Mas afirmou e pôs fim a especulação: "neste momento não vou pleitear espaço nesta eleição para a Presidência da República".

Para bom interpretador de texto, fica fácil perceber que Luciano não descartou por completo no futuro mudar de opinião e se candidatar. Talvez não nessa eleição, mas quem sabe qual o futuro político do Brasil. Ao olhar para trás, é melhor não duvidar de nada.

No mais, a informação de que Luciano se tornaria candidato a presidente da República viveu mais de especulação do que de certezas. É daqueles assuntos que a mídia gosta de nutrir: a junção de um nome popular mais o interesse quase que geral da população. Para finalizar com um pouco mais de disse me disse: o Estadão já cravava no fim de semana a não candidatura de Huck, porém, outros meios de comunicação falavam que seu artigo que seria publicado não fecharia todas as portas e deixaria uma fresta para uma possível mudança caso o cenário apontasse para tal. A saber. #Dentro da política