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O procurador Januário Paludo, um dos participantes com grande atuação na Operação Lava Jato [VIDEO] no âmbito de Curitiba, Paraná, fez um posicionamento a pedido do juiz federal #Sergio Moro. O caso envolvendo o bloqueio de bens do ex-presidente da República, Luiz Inácio #Lula da Silva, e de sua falecida mulher, Marisa Letícia, fez com que o procurador tomasse uma posição crítica sobre o assunto.

Após a defesa de Lula entrar com pedido no Tribunal Regional Federal da 4° Região para recorrer sobre a decisão de Moro, Januário também resolveu defender a atuação do juiz federal que mantém os bens de Lula retidos na Justiça. O procurador afirmou que o bloqueio dos bens de Lula é algo favorável para a Justiça e para o povo brasileiro, tendo o objetivo de reparar danos provocados por Lula ou por dona Marisa Letícia, com o propósito de um beneficiar o outro e trazer recorrentes perdas para a sociedade, submetendo-se a atos criminosos.

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A posição de Januário é colocada como "precipitada" pelo fato de Lula e Marisa Letícia não terem sido condenados por terem se beneficiado de recursos ilícitos.

O desembargador federal em segunda instância, João Pedro Gebran Neto, nem sequer analisou os recursos de Lula e manteve a decisão de Sérgio Moro. Nesta última segunda-feira, 6 de novembro, a defesa do ex-presidente recorreu mais uma vez. Mesmo com a segunda instância negando, Sérgio Moro achou melhor fazer o pedido para o procurador Januário Paludo, que é um dos procuradores de mais confiança [VIDEO] do juiz federal . No parecer enviado a Moro, Paludo explica o por quê os bens de Lula devem se manter retidos na Justiça, mostrando apoio a decisão do juiz federal.

Sobre o caso envolvendo um triplex no litoral de São Paulo, Guarujá, Januário manteve-se firme ao afirmar que o ex-presidente e sua ex-mulher foram sim beneficiados a partir de atos ilícitos.

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Januário Paludo não tem seu nome vinculado aos meios de comunicações, porém ele é um dos mais antigos procuradores da força-tarefa da Operação #Lava Jato, trabalhando lado a lado do juiz federal Sergio Moro, responsável pelas investigações.

No momento em que surgiu o acordo de delação premiada, o nome de Januário foi tido como um dos fundadores. Na época, ele chegou a ser citado pelo procurador da República e coordenador da Força Tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, como um dos nomes importantes para a criação dessa técnica de investigação no Brasil.