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A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) [VIDEO], ministra Cármen Lúcia, se manifestou a respeito de trabalhos que conduzem a inquéritos e outras ações relacionadas à Operação Lava Jato, considerada a maior operação de combate à #Corrupção na história contemporânea do país. Vale ressaltar que a #Lava Jato é conduzida em primeira instância, pelo juiz Sérgio Moro, a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no estado do Paraná.

A determinação dada pela presidente da mais alta Corte de Justiça do país se refere a uma autorização de remanejamento relacionado ao gabinete do ministro Luiz Edson Fachin, em se tratando da inclusão de cinco servidores do tribunal, tendo como propósito o reforço dos trabalhos de investigação no âmbito da Suprema Corte brasileira.

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Vale ressaltar que Fachin é o ministro relator de todos os processos relativos à operação Lava Jato na Corte.

Celeridade nos processos de investigação da Lava Jato no Supremo

Um dos principais motivos que teriam levado a um reforço para o prosseguimento das investigações dos processos inerentes à operação, trata-se já de uma solicitação semelhante a mesma ocorrida no mês de abril, pelo próprio ministro Edson Fachin à presidente da Corte. Naquela ocasião, tanto a ministra Cármen Lúcia, quanto o ministro-relator da Lava Jato, Edson Fachin, concordaram em fazer o acerto de um grupo de assessoria especializada que tivesse como um de seus principais objetivos, alcançar a celeridade dos processos de investigação no âmbito da força-tarefa. Entretanto, isso acabou não saindo do papel.

Vale ressaltar que há uma grande gama de processos tramitando na Corte, especialmente sob a condução de Fachin, já que ele é quem conduz a Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (#STF).

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As estimativas dão conta de que existem aproximadamente oitenta processos relativos à força-tarefa da Lava Jato, acarretando com que o ministro Edson Fachin solicitasse maior celeridade na condução desses inquéritos. A autorização manifestada pela presidente da Corte, Cármen Lúcia, através da chegada dos reforços, ocorreu após uma longa conversas entre os dois ministros do Supremo.

Entretanto, algumas dúvidas ainda pairam no ar, em se tratando de como se dará esse suporte por parte dos cinco servidores do tribunal, de modo que possam atuar em benefício da celeridade dos inquéritos que tramitam na Corte, especialmente, em relação à Operação Lava Jato. O próprio Supremo Tribunal Federal (STF) não chegou a fazer a confirmação de quais cargos deverão ser assumidos por esses servidores no gabinete do ministro Edson Fachin. A Corte também não repassou ainda a informação de quando os profissionais começarão, de fato, a trabalhar com o ministro-relator da Lava Jato.