Publicidade
Publicidade

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, atendeu a uma solicitação que partiu de outro magistrado da mais alta Corte de Justiça do país. O ministro Luiz Edson Fachin havia requisitado juntamente à Presidência do Supremo, o encaminhamento de reforços que pudessem auxiliá-lo em relação às investigações e análises de processos, em se tratando de inquéritos que estejam no âmbito da Operação Lava Jato [VIDEO], cuja relatoria é do magistrado, no âmbito da Suprema Corte, já que muitos dos envolvidos em casos de corrupção na espera da força-tarefa se referem a autoridades que detêm a prerrogativa de foro privilegiado.

Vale lembrar que a presidente do Supremo Tribunal Federal (#STF), ministra Cármen Lúcia, já havia conversado a sós com o ministro Luiz Edson Fachin, em meados do mês de abril deste ano, com o intuito de se implementar ações que pudessem corresponder à enorme gama de trabalhos inerentes à Operação #Lava Jato e que se encontravam sob a condução do magistrado na Suprema Corte.

Publicidade

A Operação Lava Jato é comandada em primeiro grau, pelo juiz Sérgio Moro, a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal da cidade de Curitiba, capital do estado do Paraná e é considerada a maior operação de combate à corrupção na história contemporânea do Brasil, sendo altamente reconhecida como uma das principais operações voltadas contra crimes relacionados à corrupção no mundo inteiro.

Alta necessidade de reforços para investigações da Lava Jato

A autorização de reforços para o ministro Luiz Edson Fachin, conforme decisão tomada pela presidente da Corte, Cármen Lúcia, deverá proporcionar o acréscimo de cinco servidores federais, que possam trabalhar conjuntamente, na elucidação e prosseguimento das investigações inerentes aos processos e inquéritos abertos, no âmbito da Operação Lava Jato.

Publicidade

A tentativa de se empreender um ritmo mais eficaz na análise dos processos, vem à tona, como resposta às inúmeras críticas por parte da sociedade civil organizada, principalmente, nas redes sociais, o que sempre tem acarretado comparações com a Lava Jato de Curitiba, reconhecida como muito mais ágil, sob a condução do juiz federal Sérgio Moro, magistrado de primeira instância.

O principal objetivo do ministro Edson Fachin, com o auxílio de cinco servidores do Judiciário, é poder dar mais celeridade aos processos da Lava Jato no Supremo. Porém, a Corte ainda não havia se pronunciado sobre qual será o papel desempenhado por esses servidores em questão, nem os cargos que deverão ser assumidos, como também o período em que tudo isso terá início. #investigação