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O presidente da República, #Michel Temer, se encontrou no final da tarde do último domingo (12), com o ministro Gilmar Mendes, considerado um dos mais polêmicos do Supremo Tribunal Federal (STF). Vale ressaltar que a reunião acabou sendo concretizada, sob muita "estranheza", já que o encontro não constava na agenda oficial do mandatário do país. O magistrado, integrante da mais alta Corte de Justiça do Brasil, foi recebido pelo presidente da República em sua residência oficial e de sua família, no Palácio do Jaburu, em Brasília, no Distrito Federal.

Encontro fora da agenda presidencial

O encontro realizado entre o presidente Michel Temer e o ministro do Supremo, Gilmar Mendes, embora não constasse na agenda oficial da Presidência da República, foi relatado, conforme informações prestadas pela assessoria de imprensa do magistrado da Suprema Corte, tendo como um de seus principais objetivos, tratar de assuntos relacionados à reforma política e reformas institucionais, cujos temas são de enorme interesse do Palácio do Planalto.

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Entretanto, um dos aspectos que mais causaram surpresa, em relação a esse encontro entre o chefe-máximo da nação e um dos mais destacados ministros do Supremo Tribunal Federal (#STF), é que a SECOM (Secretaria de Comunicação Social da Presidência) não chegou, nem mesmo a fazer a confirmação de que essa reunião tenha sido realizada. Além disso, ainda em relação ao suposto encontro, a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto, se delimitou somente a afirmar que não tem informações a respeito da agenda oficial do presidente da República.

Essa semana está sendo considerada por muitos parlamentares e por fontes ligadas ao Palácio do Planalto como uma semana literalmente perdida para a implementação dos trabalhos no Congresso Nacional e de interesse do #Governo federal. O feriado do dia da Proclamação da República deixará Brasília "vazia", pois os congressistas deverão voltar para suas bases eleitorais e prolongar o feriado da próxima quarta-feira (15).

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Essa ação deverá, em primeiro instante, acabar comprometendo as articulações do governo para a aprovação de matérias consideradas importantes e até mesmo, para o prosseguimento das discussões relacionadas à reforma da Previdência Social.

Um outro assunto que vem trazendo grandes "dores de cabeça" ao governo, é a Reforma Ministerial, já que alguns partidos da base aliada de sustentação do governo, demonstram descontentamento com o papel desempenhado pelo PSDB, que ainda comanda pastas importantes do governo de Michel Temer. A expectativa é de que o presidente decida por diminuir o espaço do partido no governo, favorecendo assim, aos partidos mais fiéis às pautas governamentais e que através de uma votação considerada expressiva, rejeitaram as duas denúncias apresentadas pela Procuradoria-Geral da República, durante mandato de Rodrigo Janot, contra o mandatário do país.