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O ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, antecessor da atual procuradora Raquel Dodge, se manifestou sobre verdadeiros riscos inerentes à operação de combate à corrupção, que já é considerada por muitos, como a maior da história recente do país, senão uma das maiores em todo o mundo. Rodrigo Janot se referiu à Operação Lava Jato, [VIDEO] que é conduzida em primeira instância pelo juiz federal [VIDEO] Sérgio Moro, a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no estado do Paraná.

Vale ressaltar que o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foi um dos grandes responsáveis pela apresentação de duas denúncias dirigidas contra o presidente da República, Michel Temer, por crimes relacionados à corrupção e organização criminosa.

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No entanto, o atual mandatário do país conseguiu reverter as acusações e acabou vencendo votações extremamente importantes no Congresso Nacional, especialmente, na Câmara dos Deputados, o que acarretou que ele não enfrentasse um forte risco de ter seu mandato encerrado, através de um processo de impeachment.

'Cabeça da organização criminosa'

De acordo com o ex-procurador-geral Rodrigo Janot, já estaria se tornando possível visualizar um final para a Operação #Lava Jato. Ele acredita que a força-tarefa de investigação conseguiu chegar à cabeça da organização criminosa. Rodrigo Janot foi contundente ao afirmar que chegamos ao fundo, sim e já se pode ver um fim, em se tratando da Operação Lava Jato, já que chegamos à cabeça da organização criminosa e que está toda desvendada. A entrevista do ex-procurador-geral da República foi concedida à rede de televisão a cabo CNN, voltado para o público latino em seu serviço em espanhol.

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O programa foi ao ar na última quarta-feira (01).

Em um determinado momento da entrevista a um dos principais meios de imprensa estrangeiros, Janot afirmou que fez-se a luz, que seria o melhor desinfetante, sobre essa organização criminosa. Entretanto, ao fazer essa declaração, o ex-chefe do Ministério Público Federal não informou quais seriam as lideranças responsáveis pela implementação de uma organização criminosa.

Embora Janot tivesse mirado, durante seu mandato, quase toda sua artilharia voltada contra o presidente Michel Temer, chegou também ao período próximo do encerramento da sua condução à frente da Procuradoria-Geral da República, a apresentar uma denúncia dirigida ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Janot teria apontado Lula como uma importante liderança da organização criminosa, durante a época de 2002 até maio de 2006, cujo período abrangia a todos os quatro governos do país, sob a administração petista, primeiro sob Lula e posteriormente, sob o #Governo da ex-presidente Dilma Rousseff.

Ao comentar sobre a Operação Lava Jato, Rodrigo Janot afirmou que ela não pertence mais ao Ministério Público, mas sim à sociedade brasileira e também a todos os países atingidos por atos de corrupção e suborno que foram praticados por companhias brasileiras. #PGR